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    DA HUMANIDADE



  • Aeschylus (Ésquilo)
    1Dramaturgo Grego (525 AC)

    2...Ésquilo viveu a turbulência espiritual e psíquica que marcou a transição de um mundo familiar a Homero e outro no qual Sócrates passou sua juventude. Talvez desde o começo, e certamente pelos anos de sua maturidade afora, Ésquilo procurava expressar as verdades eternas num idioma forjado na consciência da época, mas apontando para além dela. Superou a compressão inevitável da história, transformando o ritual em drama, uma forma de arte capaz de descrever verdades universais em formas temporais acessíveis à contemplação e à observação...8 LER MAIS


  • Akhenaton
    1Faraó Egípcio (18ª Dinastia)

    2...Em uma sociedade que respeitava as classes sociais sem tê-las absolutizado - mesmo os escravos (obtidos só através de conquistas) eram pagos e encarregados apenas de certas horas de trabalho, dispondo de algum tempo livre... Os deuses podiam ser remotos em sua transcendência palpável, mas jamais haviam sido colocados além do alcance de qualquer cidadão, pois o Faraó era visto como uma encarnação terrena do alento divino, irradiando sua beneficência sobre todos...8 LER MAIS


  • Albertus Magnus
    1Bispo e Cientista (*1193 +1280)

    2...Ao longo de um período de duas décadas, só Albertus entre os pensadores de seu tempo forneceu comentários para cada tratado atribuído a Aristóteles. Em acréscimo, escreveu ensaios seminais em cada ramo da ciência natural, da lógica e retórica, matemática e astronomia, ética e metafísica, economia e política. A despeito de seu amor por tal atividade, seu caráter e talentos foram considerados valiosos para o crescimento de sua ordem e para o programa da igreja...8 LER MAIS


  • Albino
    1Filósofo Grego (Séc.II aC.)

    2 ...Albino foi contemporâneo de Theon de Esmirna, que escreveu uma introdução matemática a Platão, uma compilação de cotações de filosofia Platônica que sugere uma forte influência Pitagórica. Albino reuniu as concepções de seu mestre em diversos cadernos de notas, escreveu comentários sobre os diálogos Platônicos, deu instruções para o estudo dos diálogos, e escreveu um resumo das doutrinas Platônicas. O Eisagoge, uma introdução aos diálogos de Platão, oferece sugestões para o uso dos diálogos, e o Didaskalikos é um guia para suas doutrinas. Juntos, eles revelam o tipo de pensamento que preparou o chão para a filosofia eclética de Amônio Saccas e o elaborado sistema de Plotino... 8 LER MAIS


  • Al-Farabi
    1Filósofo Muçulmano (*878 +950)

    2...A ordem do mundo reflete uma criação emanativa que surge entre Deus e a matéria. Enquanto que a razão pode demonstrar que Deus existe, um fato confirmado pela revelação, não pode porém dizer o que Deus é em essência. Um conhecimento imperfeito é possível através dos métodos de remoção de todas as qualidades limitantes e perfeições atribuídas, mas estas abordagens no máximo permitem dizer que Deus é simples, infinito, imutável, inteligente, uma unidade, a verdade e a própria vida. Atributos que restringem pela retirada das imperfeições e que expandem pelas perfeições imaginárias não são nada mais que extensões negativas e positivas do que é conhecido usualmente no mundo emanado da experiência comum. Eles não descobrem realmente a natureza auto-existente da Deidade...8 LER MAIS


  • Anaxágoras
    1Filósofo Grego (5º século a.C.)

    2 ...A filosofia científica desenvolvida por Anaxágoras se baseava em duas convicções fundamentais: que a natureza e todas suas operações são racionais, isto é, são acessíveis ao entendimento através da razão, e que todo relato da natureza deve explicar e ser consistente com os fenômenos observados. Afirmando que "as coisas visíveis são um vislumbre do invisível", ele não pensava que a ordem universal fosse limitada ao reino empírico, mas apenas que qualquer explicação da natureza devia levar a natureza visível em conta... 8 LER MAIS


  • Amônio Sacas
    1Filósofo Neoplatônico (3º século d.C.)

    2 ...Amônio insistia que havia uma base universal para a ética no coração de todo sistema metafísico, e que o valor do pensamento mais altamente abstrato reside em sua habilidade de transformar a natureza humana através da luz sagrada que ele revela. Ele sustentava que cada homem deveria derivar sua ética do cerne da tradição de seu próprio povo e elevar sua mente através da meditação. A sabedoria universal dos antigos era a única mãe de todas as verdades, e deixando de lado as querelas sectaristas os povos poderiam viver uma vida cheia de reverência mútua, compromisso com a humanidade e compaixão para com todas as criaturas... 8 LER MAIS


  • Apolônio de Tiana
    1Místico do 1º século a.C.)

    2 ...Quando Apolônio chegou aos vinte anos, seus pais morreram, e livre de laços familiares, voltou-se à descoberta de toda a extensão da sabedoria anunciada por seu professor espiritual, Pitágoras. Impôs a si mesmo um voto de silêncio de cinco anos, durante os quais jamais pronunciou uma só palavra, enquanto treinava seus olhos, ouvidos, mente e memória para absorver tudo. Um antigo hino que ele cantou durante toda sua vida dizia que "tudo se desgasta e murcha com o tempo, enquanto que o próprio tempo jamais envelhece, mas permanece imortal por causa da memória"... 8 LER MAIS


  • Aryadeva
    1Místico, discípulo de Nagarjuna, foi um filósofo do budismo tibetano

    2 ...Finalmente, Aryadeva encontrou Nagarjuna e se tornou seu devotado discípulo por toda a vida. De acordo com Hsuan Tsang, Aryadeva encontrou a residência de Nagarjuna e fez-se anunciar. Ao invés de convidar Aryadeva para entrar, Nagarjuna ordenou que sua tigela de mendigo fosse enchida de água pura e entregue a Aryadeva. Ao receber a tigela, Aryadeva mergulhou nela uma agulha e a devolveu. Nagarjuna acolheu o recém-chegado, dizendo aos seus discípulos atônitos que a tigela cheia de água representava seu conhecimento, e a agulha significava que Aryadeva havia penetrado nele até seu verdadeiro âmago... 8 LER MAIS


  • Asanga
    1Filósofo do Budismo Tibetano

    2 ...O que é chamado de realidade, que é a esfera da cognição completamente purificada das forças obscurecedoras do decaimento. O que é a realidade? As Quatro Nobres Verdades - o sofrimento, sua origem, a cessação e o caminho que conduz à sua cessação. É este conhecimento que surge naqueles que têm a compreensão clara, aqueles que, depois de completa investigação, chegam ao entendimento das Quatro Nobres Verdades... 8 LER MAIS


  • Ashoka
    1Rei Budista (Séc.III a.C.)

    2 ...Ashoka estava menos interessado com os detalhes da doutrina Budista do que na tradução de pontos de vista Budistas em exemplificação individual e política de governo. Para ele, este esforço era compatível com a civilidade cosmopolita e com a tolerância religiosa... 8 LER MAIS


  • Atisha
    1Fundador da Escola Kadampa do Budismo Tibetano (Séc.X)

    2 ...Atisha dividia todos os seres humanos em três tipos diferentes. O indivíduo inferior "só procura o prazer do Samsara", e portanto é completamente egoísta. O indivíduo medíocre renuncia aos maus atos e é indiferente ao prazer, mas está interessado em sua própria paz mental. O indivíduo superior "procura um fim definitivo para todo o sofrimento alheio porque os sofrimentos deles pertencem ao seu próprio samtana, ou corrente de consciência". Uma vez que só o último tipo possui a pureza de consciência requerida para manter uma aspiração autêntica pela Iluminação mais elevada, Atisha endereçou suas instruções aos indivíduos superiores... 8 LER MAIS


  • Avicena
    1|Filósofo Muçulmano (Séc.X)

    2 ...A mente humana que realiza seu potencial para o entendimento do Ser se torna imortal. Assim, a imortalidade é a um tempo individual e enraizada na Unidade suprema, o mistério da consciência que é resolvido apenas pela realização. Deste ponto de vista o universo se constitui numa simbologia dialética pela qual a consciência humana eleva-se à participação na auto-reflexão primordial e atemporal. A filosofia de Ibn Sina é baseada na unidade derradeira entre o Ser e a consciência, e ele tenta demonstrar esta unidade com a analogia do homem voador. Imagine um ser humano suspenso no espaço de modo que ele não possa tocar nada, nem mesmo a si mesmo, e imagine que seus olhos estejam cobertos... 8 LER MAIS


  • Basilides
    1Filósofo Gnóstico (1º século d.C.)

    2...Jesus, um homem que recebeu a Luz sem reserva nem revolta, foi iluminado com a Sabedoria do Mundo Superior, e neste sentido ele é Soter, o salvador da humanidade. A nossa é a longa época na qual a Luz é comunicada gradualmente em cada canto do mundo. Os espiritualistas, aqueles que foram despertos pelo fogo da gnose, não seguem Jesus com pressa pela salvação pessoal mais do que os Arcontes, que abandonaram suas esferas quando descobriram a verdade. Ao invés disso, estes eleitos auto-selecionados permanecem no mundo para ajudar toda a humanidade a satisfazer seus anseios naturais pelo Não-Ser desconhecido...8 LER MAIS


  • Bodhidharma
    1Filósofo Chines do Budismo Tibetano (Séc.VI d.C.)

    2 ...A obediência ao carma envolve o reconhecimento de que nenhum Ser (atman) pode ser uma parte do que quer que esteja em jogo nas condições resultantes do carma. A oscilação entre os opostos, como dor e prazer, é o resultado de ações anteriores, e ambos desaparecerão com o passar do tempo. 'O próprio espírito não conhece nem aumento nem diminuição', e nada pode afetá-lo se ele estiver em harmonia com a Senda. Embora os materialistas estejam sempre apegados a uma coisa ou outra, o sábio sabe que todos os apegos, por mais nobres ou menores que sejam, levam inevitavelmente ao sofrimento... 8 LER MAIS


  • Cagliostro
    1Maçom e alquimista, fundador da Maçonaria Egípcia (Séc.XVIII)

    2 ... "O espiritismo nas mãos de um Adepto se torna magia", H.P.Blavatsky escreveu, "pois ele é versado na arte de entremesclar as leis do Universo, sem quebrar nenhuma delas e sem por isso violar a natureza". Ela disse que homens tais como Mesmer e Cagliostro "controlam os Espíritos, em vez de permitir que seus assuntos sejam controlados por eles; e o Espiritismo está a salvo nas suas mãos". Mas, Cagliostro explicou, tais poderes eram para serem usados para o bem do mundo e não para a gratificação da curiosidade ociosa... 8 LER MAIS


  • Damodar K.Mavalankar
    1Teósofo Indiano (Séc.XIX)

    2 ...Não é exagerado dizer que somente estes poucos meses eu tenho sido um homem realmente vivo; pois entre a vida como ela me aparece agora e a vida como eu a compreendia antes, existe um abismo insondável. Eu sinto agora que pela primeira vez tenho uma percepção clara do que são o homem e a vida – a natureza e poderes do primeiro, e as possibilidades, deveres e alegrias da última... 8 LER MAIS


  • Erasmo de Roterdã
    1Filósofo holandês (Séc.XV)

    2 ...Ele acrescentou o ditado favorito de John Colet ao comentário: "Nosso caráter é influenciado pela nossa conversação diária; nós crescemos de conformidade com o que estamos acostumados a ouvir". Embora prelados e príncipes, estudiosos e sectários fossem envergonhados e ultrajados por numerosas farpas satíricas e observações agudas abrigadas entre os Adágios, cada qual achou o que foi dito sobre o outro suficientemente divertido para impedir a formação de uma aliança para suprimir o amaldiçoado documento. Um estado reformista condenou os Adágios, mas foram divulgadas ilegalmente tantas cópias na área, que foi compelido a publicar uma versão expurgada numa tentativa de diluir os efeitos... 8 LER MAIS


  • Fa Hsien
    1Filósofo Budista chinês(Séc.IV)

    2 ...A terra é extremamente próspera e feliz, e seu povo é numeroso e desenvolvido. Todos são seguidores do buddhadharma e se deleitam em praticar seus ensinamentos. Os monges chegam a dezenas de milhares, e sua maioria é dedicada ao Mahayana. Todos eles recebem comida e esmolas do governante do reino. As pessoas do governo vivem aqui e ali como miríade de estrelas, e cada casa tem uma pequena stupa ou pagode erguido em frente ao seu portão... 8 LER MAIS


  • Francisco de Assis
    1Santo e Místico Cristão, fundador da Ordem Franciscana (Séc.XIII)

    2 ...Francisco fez uma ligação intuitiva entre seu modo de vida, que era irresponsável em um mundo de sofrimento e dor universais, e sua repulsa pelo sofrimento alheio. O horror que ele experimentava ao ver a decadência física no mundo era somente um reflexo da decadência moral e estagnação espiritual em si mesmo. Uma vez tendo percebido a ligação, não haveria escapatória das implicações pela fuga a qualquer aspecto do mundo. Francisco iniciou, com medo a princípio, a visitar e assistir os leprosos, levando comida, roupa, positividade e interesse humano. A lógica de sua percepção conduziu à adoção de uma vida de penitência, mas tal lógica não se discernia imediatamente, e Francisco percebeu-o só com vagar... 8 LER MAIS


  • Franz Anton Mesmer
    1Filósofo, médico e hipnotista alemão(Séc.XVIII)

    2 ..."Todos os corpos, como o magneto, são capazes de transmitir este princípio magnético; este fluido penetra em tudo e pode ser armazenado e concentrado, como o fluido elétrico; ele age à distância; corpos animados são divididos em duas classes, uma sendo suscetível a este magnetismo e a outra a uma qualidade oposta que suprime sua ação"... 8 LER MAIS


  • Galeno
    1Médico e filósofo grego (Séc.I aC.)

    2 ...Embora chamasse repetidamente Hipócrates de 'divino', ele evitava a afirmação dogmática de velhas concepções e a adesão escrava à tradição herdada. Terceiro, ele acreditava que a observação empírica é essencial ao estudo da saúde humana, e para ele a anatomia era a chave. "A menos que se saiba como um órgão funciona", ensinava ele, "não se pode nem reconhecer sua condição saudável nem aliviar seus males, e a função de um órgão pode ser entendida somente dentro do contexto da unidade de todo o organismo e sua unidade com seu ambiente". Galeno foi um dos pioneiros da Medicina holística... 8 LER MAIS


  • Giambattista Vico
    1Filósofo italiano (Séc.XVII)

    2 ...Só se pode conhecer com certeza o que os próprios seres humanos criaram, e uma vez que a mente humana não é sua própria criação, o homem não pode ter uma idéia clara e nítida sobre ela, e a fortiori a autoconsciência da mente não pode ser um critério para o conhecimento. A existência de Deus não pode ser provada a priori pela existência da mente e suas idéias, como imaginava Descartes. Além disso, o método matemático e geométrico não é satisfatório para a ciência porque a certeza auto-evidente da matemática deriva do fato de que ela é uma invenção humana. Idéias claras e nítidas, o bastião da ciência Cartesiana, são ou invenções humanas ou em princípio falsas. Em ambos os casos, não podem ser as bases para a certeza no que concerne à Natureza... 8 LER MAIS


  • Helena Petrovna Blavatsky
    1Ocultista Russa, fundadora da Sociedade Teosófica (Séc.XIX)

    2 ...Só a fé, da qual apenas um grão do tamanho da semente da mostarda, de acordo com as palavras de Cristo, pode erguer uma montanha, é capaz de descobrir o quão simples se torna a Cabala para os Iniciados, depois de ter conseguido vencer as primeiras dificuldades abstrusas. O seu dogma é lógico, plácido e absoluto. A união necessária de idéias e símbolos; a trindade das palavras, letras, números e teoremas; sua religião pode ser resumida em poucas palavras: 'É o infinito condensado na mão de um infante', diz Eliphas Levi. Dez cifras, 22 duas letras alfabéticas, um triângulo, um quadrado e um círculo. Estes são os elementos da Cabala, de cujo seio misterioso nasceram todas as religiões do passado e do presente; que dotaram todas as associações Franco-Maçônicas com seus símbolos e segredos, que somente pode reconciliar a razão humana com Deus e a Fé, o Poder com a Liberdade, a Ciência com o Mistério, e que sozinha possui as chaves do presente, do passado e do futuro... 8 LER MAIS


  • Gregório Pálamas
    1Religioso e Místico (Séc.XIV)

    2 ...Para Gregório a verdadeira morada da mente é o coração, que não é nem um vaso para ela, nem algo a ela ligado, mas seu órgão ou correspondente funcional no corpo físico. "Assim o coração é a câmara secreta da mente e o primeiro órgão físico do poder mental". Se a alma fizesse uso adequado da mente, deveria ser afastada de suas distrações e difusão pelo corpo e levada a uma condição de 'prosoche', atenção. Este é o objetivo de sentar calmamente, contando as respirações e focalizando a atenção no coração - e não no umbigo como Barlaão alegara quando tentara mostrar que os monges eram 'omphalopsyches' (almas umbilicais) errantes, que acreditavam que a alma está no umbigo. Só quando se atinge uma atenção real a oração no coração será eficaz.... 8 LER MAIS


  • Hadewijch
    1Mística (Séc.XIII)

    2 ...Qual a relação da alma com o Divino? Ao responder isso, ela escolheu deliberadamente um conceito que contém o enigma velado por uma única palavra - Minne, amor. Hadewijch entendeu a sutil complexidade que une um ser e seu encontro com Minne. A entidade tem sua própria existência, natureza e qualidades, mas a consciência de uma entidade é condicionada pela maturidade e orientação da consciência individual. A experiência de um ser é necessariamente filtrada pela consciência condicionada. Ao passo que todos estão a par das confusões que isso produz a respeito dos objetos materiais - pode-se, por exemplo, tomar erroneamente, na penumbra, uma corda por uma serpente - Hadewijch estava intensamente cônscia do problema em relação à Deidade... 8 LER MAIS


  • Hakuin
    1Filósofo Budista (Séc.XVII)

    2 ...Quando o estudante acumulou esforços no estudo e na investigação e a natureza iluminada aparece subitamente, de imediato ele percebe a essência da realidade interna; quando uma forma de conhecimento é atualizada, todas são atualizadas. Mas se a pessoa atinge o estágio do Budado sem passar pelos degraus e estágios, se ela não cultiva a prática gradualmente, é impossível realizar a onisciência, o conhecimento independente, e a derradeira grande iluminação... 8 LER MAIS


  • Heráclito de Éfeso
    1Filósofo Grego (Séc.V a.C.)

    2 ...Não se poderia descobrir os limites da alma, mesmo se viajássemos por todas as estradas para fazê-lo. A alma é a ígnea vaporização da qual tudo o mais deriva, ela está em fluxo incessante, pois o mundo móvel só pode ser conhecido pelo que é movimento... 8 LER MAIS


  • Hermes Trismegistus
    1Filósofo Egípcio

    2 ...A luz sou eu, Nous, o primeiro deus, que existia antes da substância aquosa aparecer dentre a treva, e a Palavra que emanou da luz é o filho de Deus... Aprende o que quero dizer olhando para o que está dentro de ti mesmo, pois também em ti a Fala é o filho, e a mente é o pai da Palavra. Eles não estão separados entre si, pois a vida é a união da Palavra com a Mente... 8 LER MAIS


  • Hierócles
    1Filósofo Neoplatônico (Séc.V)

    2 ...A filosofia é a purificação e o aperfeiçoamento da natureza humana; sua purificação, porque a filosofia a liberta da temeridade e da loucura que provém da matéria, e porque a filosofia desvincula seus afetos do corpo mortal; e seu aperfeiçoamento, porque a filosofia a faz recuperar sua felicidade original restaurando-a à semelhança da Deidade... 8 LER MAIS


  • Hui Neng
    1Filósofo Budista Chinês(Séc.VII)

    2 ...Tudo é uma manifestação da natureza de Buddha, que não é degradada nas paixões ou purificada na iluminação. Se queres ver a natureza de teu ser, liberta tua mente dos pensamentos relativistas e verás por ti mesmo sua serenidade e sua plenitude de vida... 8 LER MAIS


  • HUI-YUAN
    1Filósofo Chinês

    2 ...A alma responde perfeitamente e não tem um mestre. Ela é extremamente misteriosa e não tem nome. Move-se em resposta às coisas, e atua nos destinos individuais, mas ela mesma não é uma coisa. Assim, a coisa pode mudar, mas a alma não perece. Ela está ligada a destinos individuais, mas não é limitada por eles, de modo que não se esgota quando o destino chega a um fim. Porque tem sentimentos, pode ser obnubilada pelas coisas. Porque tem inteligência, pode procurar um destino individual... 8 LER MAIS


  • IRAQI
    1Filósofo Sufi

    2 ...Para Iraqui o Divino se manifesta através do movimento dos seres, pois eles são atos do Divino. Este é o sentido da máxima de Maomé: "Quem conhece a si mesmo conhece ao seu Senhor". É o Divino no homem quem ama, quem vê, quem invoca e quem consuma. Assim, a convicção do buscador é o Divino nele mesmo, e todo amor, qualquer que seja seu objeto ou imagem, "não passa de um aroma de Teu perfume: ninguém mais pode ser amado". O Sufi considera que amar outra coisa que não o Divino não é um caso de certo ou errado, mas de uma impossibilidade... 8 LER MAIS


  • ISAAC LURIA
    1

    2 ...Metafisicamente, a origem do mal é encontrada na limitação do Absoluto representada pelo 'zimzum'. O ato ontológico e atemporal que permite a existência dos indivíduos é também a fonte do impulo evolutivo e da necessidade de escolher entre o bem e o mal. A vida ética - a vida da escolha consciente - é tão primordial e original como a própria existência. Não obstante, outros eventos ontológicos precedem a existência dos indivíduos concretos e das escolhas práticas... 8 LER MAIS


  • JACOB BOEHME
    1Místico Cristão

    2 ...Todo o mundo externo visível, com todos os seus seres, é uma assinatura, ou figura, no mundo interno espiritual; o que quer que haja internamente, e qualquer que seja sua operação, terá seu caráter externo conformado do mesmo modo; como o espírito de cada criatura estabelece e manifesta a forma interna de seu nascimento através de seu corpo, do mesmo modo o faz o Ser Eterno... 8 LER MAIS


  • JÂMBLICO
    1Filósofo Neoplatônico

    2 ...O universo, incluindo todas as forças inteligentes e vitais dentro dele, emana por etapas ontológicas a partir do Um. Jâmblico, consciente de que nada na natureza surge por saltos, mas antes por desdobramento gradual, não estava satisfeito em falar das Três Hipóstases, mesmo quando as duas últimas eram subdivididas em tríades. Ele procurou discernir a derradeira gradação ontológica através da qual o Um se torna muitos nos vários níveis... 8 LER MAIS


  • JAN VAN RUYSBROECK
    1Alquimista Belga

    2 ...Seus trabalhos mais sistemáticos e elaborados são O Reino dos Amantes de Deus, e O Adorno da Boda Espiritual, que tratam do desenvolvimento da alma. Ele deixou instruções detalhadas sobre ascetismo e misticismo como um autêntico modo de vida porque ele sabia por experiência própria que uma pessoa inclinada a elevações se arrisca a ser atraída para um ou outro abismo ou ficar presa em um dos planos de consciência... 8 LER MAIS


  • JOHN DEE
    1Matemático e Místico inglês

    2 ...Quando Dee recebeu seu Bacharelado em 1545, imediatamente foi nomeado membro de Saint Jonh's. No ano seguinte Henrique VIII fundou o Trinity College, e em 1547 Dee se tornou um de seus primeiros membros. Mesmo enquanto estudava grego seu primeiro e duradouro interesse pela engenharia foi estimulado por sua admiração das maravilhas mecânicas helenísticas. Para uma representação estudantil de uma peça de Aristófanes, Dee elaborou um besouro voador mecânico que raptava um dos atores do palco e o levava até um céu Olímpico fora da visão do público. O movimento dramático, realizado por engrenagens silenciosas e fios invisíveis, impressionou a platéia e alimentou rumores sobre magia negra... 8 LER MAIS


  • JOÃO DA CRUZ
    1Místico e Religioso Espanhol

    2 ...Congelando durante as gélidas noites invernais de Toledo, sufocando no calor do verão, semi-desnutrido e sofrendo de disenteria, Juan duvidou que pudesse deixar sua cela miserável a não ser para ser enterrado. Porém suas reflexões interiores o penalizavam ainda mais. Seu voto de fidelidade não dependia de suas opiniões a respeito da justiça de seus superiores, ou de sua percepção limitada da ordem divina, e assim ele repetidamente se examinava em busca de resíduos de orgulho e sombras de vaidade. Sua vida interior se tornou tão escura e estreita quanto sua pobre cela, mas deste abismo de isolamento surgiu uma luz mais sutil do que aquela que ele jamais experimentara... 8 LER MAIS


  • JULIANO
    1Imperador Romano

    2 ...A cultura espiritual, declarou ele, é a prole da mente racional, e não a mera eloqüência, e uma mente racional procura discernir o bem do mal, a beleza da feiúra. Um indivíduo que ensina uma coisa e acredita em outra é ao mesmo tempo inculto e desonesto. Quase todo mundo encontrará falhas lamentáveis em si mesmo, mas práticas ambivalentes como uma política é algo intolerável. Assim, declarava o edito, a pessoa devia acreditar no que ensinava, ou devia deixar de ensinar... 8 LER MAIS


  • KUKAI
    1Filósofo Chinês

    2 ...Para Kukai, mesmo o exaltado entendimento representado pelo pensamento Tendai poderia ser transcendido, e este é o motivo de ele ter resistido à sugestão de Saicho de que o Tendai e o Shingon eram idênticos. O nono estágio, de acordo com Kukai, é a epítome do pensamento exotérico, pois aqui a pessoa reconhece a origem interdependente do dharmadhatu, o reino da verdade e da lei, além do qual estão a realização e iluminação plenas... 8 LER MAIS


  • KUMARAJIVA
    1Filósofo Budista Indiano

    2 ...Kumarajiva distinguia entre 'dharmakaya', o derradeiro corpo de Buda, e 'dharmadhatujakaya', o corpo invisível produzido conscientemente por um Bodhisattva para servir a humanidade no mundo depois de sua morte física. Assim ele demonstrou como aquilo que é derradeiramente real é refletido em forma sutilmente material através da consciência unidirecionada e universal. Nestas cartas respondendo a perguntas propostas por um sério discípulo do 'buddhadharma', pode-se captar algo do profunda percepção e entendimento do próprio Kumarajiva. Em geral ele preferiu permanecer oculto por trás do brilho de suas traduções e evitou escrever tratados apresentando suas concepções pessoais... 8 LER MAIS


  • LAO TSÉ
    1Filósofo Chinês

    2 ...O Tao é um mistério só parcialmente porque ele é a origem de toda a manifestação e portanto transcende as categorias de pensamento que surgem da e costumam compreender a manifestação. Também é um mistério impenetrável porque é pura e ilimitada potencialidade, a fonte de tudo o que existe e que é possível, não sendo, portanto, nada em si mesmo. Embora o Tao seja tão fugidio como o 'parabrahm' do pensamento hindu, o 'agathon' de Platão, o 'apeiron' de Anaximandro, ou o 'shunyata' Budista, Lao Tsé o aborda de vários modos. Tao é a verdade eterna, 'paramarthasatya', e assim não pode ser descrito ou expresso; é a fonte e origem de todas as coisas e o doador da vida; é o movimento incessante, cuja operação é cíclica; penetra todas as coisas; é o primeiro princípio e o regente primevo; é o padrão último a ser seguido; e é o cerne quintessencial da Natureza... 8 LER MAIS


  • LIN-CHI
    1Filósofo Chinês

    2 ...Lin-chi não queria pintar uma imagem da Realidade. Antes, ele queria que as pessoas experimentassem a Realidade, que está presente a todos os momentos em todos os lugares. Sua ênfase na experiência imediata transformou a doutrina ch'an do mentalismo exclusivo em um método no qual tudo o que é preciso já se encontra presente no ser humano. Assim ele tomou o ensinamento de Huang-po sobre a mente universal e tornou-o existencial, algo mais para ser do que para se saber sobre, e acrescentou ao método ch'an do uso de gestos ou declarações misteriosas - o que viria a ser o koan - o rápido golpe do bastão como terceiro elemento, o que constituiria um resposta livre de conteúdo discursivo... 8 LER MAIS


  • Pico Della Mirandola
    1Místico Italiano (Séc.XV)

    2 ...Com a paz concedida pela dialética, que transcende tanto a retórica como o debate lógico, e que permite aos princípios inferiores do homem travar amizade com a Tríade Superior através de Manas, a meditação é possível. Quando alcançamos isso através da atuação da arte da razão, então animado por um espírito de querubim, filosofando ao longo das escarpas da escada da Natureza, e penetrando em tudo de centro para centro, em dado tempo estaremos descendo, despedaçando, como Osíris, o uno no muitos através de uma força titânica; e em outro tempo estaremos subindo e reunindo o muitos no uno, como os membros de Osíris, através de uma força Apolínea, até que o contemplador obtém a amizade que é a alma única, a amizade através da qual todas as mentes não meramente concordam em um só intelecto mas de uma forma inexprimível se tornam absolutamente unificadas... 8 LER MAIS


  • Saint Germain
    1Místico Europeu

    2 ...Saint-Germain ridicularizou os esforços ilógicos da maioria dos alquimistas. "Eles não usam agente nenhum exceto o fogo", disse o Conde, conforme relatos, "esquecendo que o fogo divide e decompõe, e que conseqüentemente é mera tolice depender dele para a criação de um composto novo". Thiébault acreditava que Cagliostro havia sido seu discípulo e iniciado pelo próprio Saint-Germain. Cagliostro permaneceu sempre fiel ao seu mestre, mesmo sendo atacado amiúde por homens e mulheres astutos e maliciosos... 8 LER MAIS


  • SAINT-MARTIN
    1Filósofo e Místico Francês

    2 ...Através de um reconhecimento consciente da unidade de todo o ser na lei da vontade humana, o homem pode vir a lembrar que ele entrou no mundo com uma alta missão, e que a intoxicação com os fenômenos causou-lhe seu esquecimento. O homem é "o único ser na ordem natural que não é obrigado a seguir sempre o mesmo caminho", e que pode devolver a si mesmo e a toda a natureza a um estado paradisíaco... 8 LER MAIS





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