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  • Mensagem 133 de 6588
    De: "Jeronimo"
    Data: Qua Jan 24, 2001 4:30 pm
    Assunto: Fisica Quantica


    A Física Desvela a Consciência


    Mais conhecido entre nós por seu livro O Universo Autoconsciente (Editora Rosa dos Tempos), o físico quântico Amit Goswami é um raro exemplo de cientista transformado por seu próprio trabalho. Ele antevê o
    definitivo deslocamento do paradigma científico materialista e conserva boas esperanças no futuro da comunidade planetária, que pode começar a abrir sua mente colaborando com a força criadora da consciência.

    Por ROMEO GRACIANO
    Todos os anos, desde 1996, Amit Goswami vem ao Brasil a convite da Unipaz (Universidade da Paz), com a qual compartilha a mesma iniciativa de divulgar valores espirituais e quânticos. De origem indiana e radicado nos Estados Unidos, Amit, Ph.D., é professor-titular de física quântica no Instituto de Física Teórica da Universidade de Oregon e se destaca, entre seus congêneres, por contribuir para uma nova visão
    de mundo que desvela a natureza espiritual da consciência. Durante sua visita a São Paulo, realizada em meados de junho, ele nos recebeu para a seguinte entrevista:


    PLANETA - Qual o foco de suas pesquisas atuais?
    Amit - Agora estou concentrado nos estados extremamente elevados de consciência, o que na Índia é chamado de samadhi.



    PLANETA - Como a comunidade científica encara a sua afirmação de que a consciência cria o mundo físico?
    Amit - Existe uma negligência (não má vontade), de certa forma benéfica, por parte da comunidade científica. Talvez essa reserva deva-se ao fato de se achar que não é preciso ir tão longe quanto eu quero ir para chegar a uma conclusão necessária. Por outro lado, existem alguns cientistas, fora da comunidade dos físicos, que já estão chegando tão longe quanto eu. São os psicólogos. A psicologia é uma dessas ciências que acompanham a mesma busca. A maioria das pessoas que realmente se aprofunda na física quântica acaba concluindo que este é um sistema valioso.
    Não somente a consciência não depende do cérebro como é o cérebro que depende da consciência.
    PLANETA - E onde você quer chegar?

    Amit - Não é tão distante. Parece distante para as pessoas que acreditam que a ciência e a religião não devem estar incluídas no mesmo conjunto, que acham que elas não combinam.
    PLANETA - Principalmente nos Estados Unidos, onde a sociedade é muito materialista...

    Amit - Na verdade, eu passei boa parte da minha vida como materialista, mas também era integrante da comunidade científica. Nos Estados Unidos há uma concentração de pessoas, na costa oeste, que vivem, por assim dizer, no "limiar" (fazendo uma metáfora com a falha geológica da costa californiana). Deepak Chopra, por exemplo, mora em San Diego; Fritjof Capra, no Oregon; Peter Russel e eu moramos em San Francisco. Nos Estados Unidos existe esse materialismo profundo, porém, quanto mais profundo ele se torna, maior é a necessidade da espiritualidade. Eles partem do ponto de vista de uma espiritualidade materialista, ou seja, de uma espiritualidade que tenha uma meta. Chogyam Trungpa criticava muito seus alunos dizendo que eles praticavam uma espiritualidade para chegar a algum lugar. E é exatamente o contrário. A espiritualidade é você aprender que não tem de chegar a lugar algum, pois você já traz em si esse potencial.
    PLANETA - De que maneira a física quântica interpreta a consciência?
    Amit - A maneira comum de analisar a consciência é considerá-la como um resultado secundário (epifenômeno) da atividade cerebral. O problema desse ponto de vista é que se começa com partículas produzindo átomos, átomos produzindo moléculas, moléculas produzindo neurônios, neurônios produzindo o cérebro e o cérebro produzindo consciência. Isso transforma a consciência em um objeto, apesar de que os objetos fazem parte da experiência da nossa consciência, e não só eles mas o todo. O enfoque convencional não consegue incorporar essa duplicidade do sujeito e objeto.
    Na física quântica existe uma profunda descontinuidade, sendo que algumas partes do movimento quântico são previsíveis. Por exemplo: os objetos da física quântica são considerados ondas de possibilidades. Como essas possibilidades vão se espalhar pode ser previsto pela matemática quântica; mas como as possibilidades se transformam em realidade concreta não pode ser previsto. A consciência faz o colapso (1) dessas possibilidades para ser algo - isso é o que chamamos de salto quântico. Então a consciência éincorporada na física quântica como o escolhedor da realidade, entre as possibilidades existentes.
    PLANETA - Por isso a consciência não depende do cérebro?

    Amit - Não somente a consciência não depende do cérebro como é o cérebro que depende da consciência. Isso vira o ponto de vista mate-rialista (newtoniano) de cabeça para baixo. A vantagem é que você consegue começar aentender a divisão entre sujeito e objeto, e incorporá-los em uma mesma realidade.Percebi, ao longo do tempo, que aprendi mais analisando ocorrências extraordinárias do que ordinárias.

    PLANETA - Tal interpretação seria uma outra forma de entender a explicação da realidade como maya (ilusão), dada pelo hinduísmo e o budismo?

    Amit - A realidade está além de maya. No antigo hinduísmo havia o conceito de descontinuidade, e por falta de uma linguagem quântica eles a chamavam de maya. Mas acaba sendo a mesma coisa em matéria de descontinuidade, que é a maneira pela qual a física quântica mensura essa descontinuidade, esse salto.
    PLANETA - Durante sua palestra sobre criatividade (2), você disse que, quando não estamos olhando para os objetos quânticos, eles se espalham em possibilidades. Como esse fenômeno acontece?
    Amit - Esse é o ponto mais fundamental e misterioso dos objetos quânticos. A física quântica afirma que os objetos se espalham em ondas de possibilidades, mas quando nós os observamos, os vemos como partículas localizadas. Acontece que eles não são partículas newtonianas, o que em física quântica significa que a sua trajetória não pode ser determinada, definida. Elas têm a possibilidade de seguir várias trajetórias, mas somos
    nós, com nossa autonomia, que escolhemos qual será a sua possibilidade.

    PLANETA - Através do ato de ver?

    Amit - O ato de observar determina a trajetória que será trilhada pela partícula. Contudo, esse efeito não é uma reação, mas uma coisa descontínua. Não pode ser dado um modelo matemático para isso. É um ato de escolha, de livre-arbítrio. Em todas essas possíveis trajetórias, a observação acaba escolhendo uma delas - a consciência acaba fazendo essa decisão.
    Todas as possibilidades existem dentro da consciência neste instante. O colapso pega todas essas possibilidades e faz resultar na partícula.
    PLANETA - Aqui temos uma definição realmente metafísica...

    Amit - Desde o início a física quântica tem sido metafísica. Nos velhos tempos, Niels Bohr e Einstein tiveram um debate interessante sobre a natureza filosófica da física quântica. Posteriormente, suas discussões foram esclarecidas, através da ciência e de estudos, e agora estão a favor do radicalismo quântico. A pergunta é: Quão radical temos de ser em relação à natureza da consciência? Pois radical é afirmar que a consciência é a base de tudo. Esse radicalismo também diz que existe uma consciência cósmica que colapsa as possibilidades. Sem ser tão radical, é o mesmo que dizer que nós temos o poder de provocar esse colapso com a nossa consciência, que, segundo a física quântica, é integrativa.
    PLANETA - Qual a participação da meditação no seu processo de
    pesquisa da consciência?

    Amit - É impossível fazer um estudo de consciência sem a capacidade de mergulhar em si mesmo, atingindo outros níveis de percepção. A meditação é o mergulho, o caminho. No meu estudo da física, percebi, ao longo do tempo, que aprendi mais analisando ocorrências extraordinárias do que ordinárias. Os estados não-ordinários de consciência, aos quais a meditação nos leva, são muito importantes para se começar a entender o processo quântico, assim como para o estudo da consciência. Entretanto, eu sou um cientista teórico. A maior parte do meu trabalho acontece dentro do reino teórico. Não é puro pensamento, pois também envolve dados. Conheço profundamente os dados resultantes de experimentos de laboratórios e concretos, e incorporo isso ao meu lado teórico.
    PLANETA - Já que o universo é autoconsciente, o que você sugere para as pessoas começarem a atuar de forma mais evolutiva na sua realidade?

    Amit - A humanidade tem de acordar, escutar, ouvir, ver esse universo autoconsciente. Existem duas fortes tendências: uma nos leva a estados de ser cada vez mais condicionados, a outra nos leva para um lado mais criativo. Nesta idade tão materialista, o condicionamento que nós recebemos é muito intenso. Quanto mais condicionados ficamos, mais distantes estaremos da realidade quântica. Daí a criatividade e o amor serem muito importantes, pois são forças unificadoras que nos levam de volta à unidade.
    Até que a gente sinta a força e o poder da unidade, dizer que o universo é autoconsciente é pura falação. Assim, só se consegue usar essa idéia para ganhar dinheiro, sem resultar em nenhuma transformação de ninguém. Ao perceber que a realidade é uma coisa só, aí sim conseguiremos nos transformar. E a nossa vida se tornará feliz, criativa, amorosa.
    Com a nossa transformação individual começará a haver uma transformação coletiva, mundial. Tenho boas esperanças em nossas possibilidades de alcançar uma transformação planetária neste século que se inicia.

    PLANETA - Como devemos entender a criatividade para melhor exercê-la?
    Amit - Toda criatividade é mental, e assim precisamos entendero que é a mente, pois ela é que processa os significados. Para os cientistas, a mente é um fator secundário do cérebro. Se assim fosse, então a criatividade não existiria, porque o cérebro não pode processar o significado. O que a criatividade pode fazer à nossa volta é nos ajudar a ver um sentido novo naquilo que todos vêem como algo comum. O melhor da nossa criatividade está em achar um contexto novo para
    potencializá-la. Por isso, é importante perceber como a nossa mente se condiciona a ver
    os contextos que nos são dados. A física quântica afirma que mesmo o
    mundo material é criado por nós momento a momento. E o universo inteiro
    é criado para que a consciência possa se ver na criação. Segundo a física
    quântica, um elétron pula de um corpo para outro, sem passar pelo espaço
    intermediário, e este salto é descontínuo. Aqui temos o ponto fundamental da
    criatividade. Todos os insights são novos, no sentido de que não existe pensamento prévio. Nesse movimento mental, realizamos o salto fora da mente, que é condicionada ao intelecto que não está condicionado, e trazemos o contexto em que podemos pensar novos pensamentos. É nisso que constitui a criatividade: damos um salto sem passar por estágios intermediários de significados.

    Para ser mais criativo, deve-se estar atento à proposta universal para colaborar mais com ela. É começar a tomar conhecimento de que você tem mais do que a mente, e abri-la para entender que existe olivre-arbítrio, a não-localidade (3), o amor, a interconexão entre as pessoas.A ciência caminha para uma profunda transformação, que deverá jogar por terra o atual paradigma dualista

    PLANETA - O boom da Internet tem provocado muitas expectativas em diversos setores. Existe até empresa de computação mobilizando-se para desenvolver uma rede mundial quântica. Você acredita que isso possa ajudar nessa transformação?

    Amit - Pode ser uma força boa, mas ainda é difícil usá-la corretamente. Há muita informação. Deve-se entender que a mudança radical ocorre primeiramente dentro de um grupo fechado. Na Internet há uma quantidade tão grande de informação que a voz de quem realmente tem o que dizer fica perdida. Nós não precisamos tanto de informação, mas sim de transformação. Com muita informação as pessoas se tornam superficiais. E o estudo da física quântica exige que as pessoas vivenciem experiências mais profundas, que deixem o mundo superficial e entrem no mundo interior, que olhem para dentro. Tais experiências são de consciência não-ordinária, o que resumimos no termo "salto quântico". Nesses estados de consciência também podem ocorrer os estados não-localizados, como o amor. Quando se experienciam os estados sutis de consciência, desaparecem as dúvidas em relação à unidade da existência.

    PLANETA - O que é um grande desafio para os cientistas cartesianos...

    Amit - Sim. Os psicólogos transpessoais são os que têm feito mais esse tipo de experiência. Por exemplo: Abraham Maslow, um cientista que realizou muitas pesquisas, acabou sendo transformado pelo seu trabalho. Será que o cientista aceitaria ser transformado pelo seu próprio estudo? À medida que for se aprofundando, ele será obrigado a se transformar. Mas será que ele aceitará essa transformação? Quando se experienciam os estados mais sutis de consciência, desaparecem todas as dúvidas em relação à unidade da existência. E um cientista com tal percepção nunca irá se referir à consciência como um objeto, pois os modelos mais materialistas nunca constituirão apelo a um cientista interessado na profundidade.

    PLANETA - Caminhamos para a convergência da tradição de sabedoria com a ciência?

    Amit - Está acontecendo, bem no centro do materialismo, a transformação da ciência em si. Não tenho dúvida de que, dentro desse contexto, o paradigma científico está se deslocando. Daqui a algumas décadas, o peso dos resultados das pesquisas científicas será tão decisivo que irá deslocar de vez o antigo paradigma dualista. Será algo comparável à época em que se falava que a Terra, e não o Sol, era o centro do universo. Quando isso acontecer, deverá ser atingida a mente mais popular. Daí, então,a felicidade e a consciência irão receber mais a nossa atenção. Porque hoje estamos perdidos, buscando alguma coisa sem saber bem o que é. Mas, quando isso acontecer, começaremos a procurar em nós mesmos a fonte dessa felicidade.


    (3) "Uma influência ou comunicação instantânea, sem qualquer troca de sinais através do espaço-tempo; uma totalidade intacta ou não-separabilidade que transcende o espaço- tempo." (Em O Universo Autoconsciente, de Amit Goswami.)


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