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  • Mensagem 147
    De: "Mario J. B. de Oliveira"
    Data: Dom Jan 28, 2001 11:12 pm
    Assunto: Sobre a pergunta HPB foi Médium?



    Madame Blavastk foi médium? A Teosofia aceita a mediunidade?

    Um abraço

    Alfredo


    Caro Amigo Alfredo, e Amigos da Lista Teosófica.


    Com respeito a sua pergunta "Madame Blavatsky foi médium? A Teosofia aceita a mediunidade?


    O que poderíamos responder é que TEOSOFIA é "Sabedoria Divina". O que falar? Se somos pobres mortais, tentando achar o caminho.

    Porém, tentarei responder sua indagação. E, aconselho você a ler o Livro de Sylvia Cranston, "HELENA BLAVATSKY A Vida e a Influência Extraordinária da Fundadora do Movimento Teosófico Moderno", Editora Teosófica Brasília. Ou se desejar, poderá entrar no Saite da Loja São Paulo, lá você encontrara um artigo "Abnegação em Busca de uma Causa Tributo à Senhora Helena Blavatsky", onde poderá conhecer um resumo dos passos de Dna Helena, até a fundação da Sociedade Teosófica.


    A propósito da pergunta inicial, folhando o Volume I de Ísis sem Véu, Introdução, Como foi Escrita "Ísis Sem Véu", páginas 22 a 23, e páginas 28 a 30, encontramos os textos transcritos abaixo, que poderá talvez esclarecer as suas duvidas, quanto a pergunta.


    Ísis sem véu foi obviamente escrita por H. P. Blavatsky, e a esse respeito, exotericamente, nada mais precisa ser dito. Do ponto de vista do fato e da doutrina ocultos, todavia, a autoria desta obra notável não é tão facilmente determinada e requer consideração cuidadosa de ensinamentos pouco conhecidos e mais precisamente abstrusos da Filosofia Esotérica.

    De fato, Ísis sem véu foi uma produção em colaboração entre a própria H. P. Blavatsky e muitos iniciados ou adeptos da Irmandade Oculta, dos quais um ou dois são conhecidos em alguma medida, sendo os outros praticamente desconhecidos.

    Trechos desta obra foram escritos pela mente consciente comum de sua Autora reconhecida. Outras foram ditadas a ela por um ou outro iniciado, para quem ela serviu como um amanuense, com linhas de comunicação clariaudiente. Outras partes, ainda, dos seus manuscritos, foram escritas quando um ou outro desses iniciados dominavam temporariamente a sua forma exterior e a usavam. E há outras, também, que se precipitaram para ela, em sua própria caligrafia, quando estava adormecida. Em nenhum momento, contudo, houve qualquer mediunidade comum envolvida no processo, e nem era este de maneira alguma semelhante à escrita automática. É de importância fundamental compreender este fato. Caso contrário, haverá confusão e equívoco intermináveis.

    Para compreender a situação, o estudioso deve ter em mente a doutrina do Tulku, um termo técnico tibetano que é um dos mais abrangentes e misticamente significativos em todo o rol das palavras mais importantes usadas pelo Budismo tibetano. O termo, numa das suas aplicações, designa a condição em que um iniciado fiei ou ocultista superior envia uma parte da sua consciência para corporificar, por um período de tempo curto ou longo, num mensageiro-neófito que aquele iniciado envia ao mundo exterior para cumprir uma tarefa ou para ensinar. O mensageiro age como um transmissor dos poderes espirituais e divinos do iniciado. H. P. Blavatsky atuou freqüentemente durante toda a sua carreira pública como o tulku temporário de um ou outro iniciado. Essa transferência de consciência de um ocultista para a constituição de um outro é também conhecida no esoterismo tibetano pelo termo hpho-wa e é um fato muito mais comum no Oriente.

    A doutrina do Tulku está intimamente ligada à doutrina dos avatâras, de que existem muitos tipos distintos.

    A mediunidade comum, tão proeminente nos círculos espiritistas modernos, e conhecida por outros nomes durante toda a história da raça humana, está no pólo oposto da condição do tulku. A mediunidade está intimamente ligada a várias condições de transe, ou cessação ou perda temporária de consciência pessoal. O tulku é desempenhado sem perda da consciência pessoal e com conhecimento definido e completo do que está ocorrendo. Os fenômenos executados pelos médiuns comuns são completados também durante a condição de transe e sem lembrança posterior do que tenha ocorrido, ou fora de transe, mas sem controle ou sem conhecimento específico do que ocorreu.

    Na condição de tulku, todavia, o ocultista mantém sempre a sua percepção autoconsciente e simplesmente empresta o seu organismo astrofísico para o uso temporário de urna outra consciência superior, por consentimento mútuo. O médium comum geralmente age sob a influência de vários tipos de entidades exumadas e elementais dos sub-planos inferiores do mundo astral, enquanto o ocultista transmite o poder, o conhecimento e a influência de homens vivos que aprenderam por meio de árduo treinamento oculto como se retirar temporariamente de suas próprias constituições exteriores e penetrar em outras para o desempenho de uma tarefa específica.

    Um médium comum nunca pode esperar tornar se um ocultista a menos que consiga um controle completo e definitivo sobre as suas tendências rnediúnicas, que são psíquico-patológicas e desordenadas, e mantenha toda a sua constituição astrofísica sob o domínio da sua vontade espiritual.

    Como tantos outros ocultistas muito conhecidos, H. P. Blavatsky possuía fortes tendências mediúnicas nos primeiros anos da sua vida, mas elas foram transmutadas e controladas, por meio de severo treinamento oculto sob orientação de seu Mestre. Ela escreveu:


    "Eu conhecia e conversava com muitos 'John King' em minha vida – um nome genérico para mais de um espectro -, mas graças ao céu nunca foi 'controlada' por um! Minha mediunidade foi aniquilada em mim há um quarto de século ou mais; e eu desafio em voz alta todos os 'espíritos' do Kâmaloka a se aproximarem – não queriam me controlar agora(...)


    O período a que ela se refere coincide com a sua permanência no Cáucaso, de 1859 a 1863, tempo em que teve uma doença quase fatal de espécie misteriosa e em que lhe sobreveio uma completa mudança de consciência. Esse deve ter sido um dos pontos mais cruciais do seu desenvolvimento oculto.

    O que deve ser cuidadosamente considerado em relação a todo esse assunto é a diferença entre o médium comum – especialmente um médium de transe - e o que pode ser chamado, à falta de palavra melhor, de mediador, se limitarmos o último termo a um ocultista capaz de desempenhar o tulku.

    A opinião daqueles críticos que atribuíram a H. P. Blavatsky a condição de médium comum, e que interpretaram os seus fenômenos ocultos como mediunidade de transe, baseia-se na ignorância dos fatos envolvidos e num julgamento superficial de meras aparências. É verdade que determinados fenômenos representados por H. P. Blavatsky foram semelhantes aqueles desempenhados por médiuns genuínos, mas a sua similaridade de aparência pode ser comparada à que existe entre duas pessoas, mas das quais caminha por uma rua com vontade e intenção próprias, enquanto a outra é um sonâmbulo sem o mínimo conhecimento do que acontece. Ambas estão, não obstante, caminhando! (...)


    "Nada melhor que as palavras da própria H. P. Blavatsky".


    Numa carta a sua irmã, Vera P. Zhelihovsky, ela escreveu:


    "Bem, Vera, acredite ou não, algum encantamento me domina. Você mal pode imaginar em que mundo fascinante de quadros e visões eu vivo. Estou escrevendo Ísis; não escrevendo, antes, transcrevendo e redigindo o que Ela pessoalmente me mostra. Na verdade, às vezes me parece que a antiga deusa da Beleza em pessoa me conduz por todas as terras dos séculos passados que tenho de descrever. Estou sentada de olhos abertos e, ao que tudo indica, vejo e ouço tudo o que acontece ao meu redor, e ao mesmo tempo vejo e ouço o que escrevo. Falta-me o fôlego; tenho medo de fazer o menor movimento com receio de que o encanto possa ser rompido(...). Lentamente, século após século, imagem após imagem, destacam-se à distancia e passam à minha frente como num panorama mágico; e, enquanto os reúno em minha mente, enquadrando-os em épocas e datas, sei absolutamente que não há nenhum erro. Raças e nações, paises e cidades, há muito tempo desaparecidos na escuridão do passado pré-histórico, emergem e desaparecem, dando lugar a outros; e então sou enfornada sobre datas posteriores. A Antiguidade encanecida abre caminho para períodos históricos; mitos me são explicados por eventos e pessoas que existiram realmente e todo evento é, em suma, extraordinário, toda página recém-virada desse multicolorido livro da vida imprime-se em meu cérebro com nitidez fotográfica. Minha própria estimativa e cálculos parecem-me depois peças coloridas isoladas de diferentes formas do jogo que se chama casse-tête [quebra-cabeças]. Eu os reúno e tento arruma-los um após outros, e no final sempre surge um todo geométrico (...).Seguramente não sou eu que faço tudo, mas meu Ego, o principio mais elaborado que vive em mim. E mesmo este, com a ajuda do meu Guru e instrutor que me ajuda em tudo. Se me acontece esquecer algo, tenho apenas que me dirigir a ele, ou a outro como ele, em meu pensamento, e o que eu esquecera novamente surge diante de meu olhos – às vezes quadros inteiros de números passam diante de mim, longos inventários de eventos. Eles sabem de tudo (...). Sem eles, de onde eu colheria o meu conhecimento?


    Aproximadamente na mesma época, ou possivelmente um pouco mais cedo, a irmã de H. P. B. ouviu dizer que ela havia começado a escrever de urna maneira que lhe teria sido impossível poucos anos antes. Parece que circularam rumores na Rússia de que haveria "bruxaria" na raiz desse fato, e, cheia de pressentimentos e de terror, Madame de Zhielihovsky escreveu a H. P. B., implorando-lhe explicasse as circunstâncias. O excerto seguinte foi extraído da resposta de H. P. B.


    "Não tenha medo, que não estou fora de mim. Tudo o que posso dizer é que alguém realmente me inspira - (...) mais que isso: alguém entra em mim. Não sou eu quem fala e escreve: é algo dentro de mim, meu Eu superior e luminoso, que pensa e escreve por mim. Não me pergunte, minha amiga, o que sinto, porque não posso explicá-lo claramente. Eu não me conheço! A única coisa que sei é que agora, quando estou perto de chegar à velhice, tornei-me uma espécie de armazém do conhecimento de outro - (...). Alguém vem e me cerca como uma nuvem indistinta e de repente me empurra para fora de mim e então não sou mais 'eu' - Helena Petrovna Blavatsky - mas outro alguém. Alguém forte e poderoso, nascido numa região do mundo totalmente diferente; e, quanto a mim, é quase como se eu estivesse adormecida, ou deitada e não inteiramente consciente - não em meu próprio corpo, mas perto, presa apenas por um fio que me amarra a ele. Todavia, às vezes vejo e ouço tudo de modo bastante claro: estou perfeitamente consciente do que meu corpo está dizendo e fazendo - ou pelo menos o seu novo possuidor. Eu até entendo e me lembro tão bem que depois posso repetir e mesmo escrever as suas palavras (...). Nessas ocasiões vejo admiração e temor nas faces de Olcott e dos outros, e sigo com interesse a maneira pela qual Ele meio compassivamente os observa com meus próprios olhos e os ensina com minha língua física. Não com a minha mente, mas com a sua própria, que envolve o meu cérebro como uma nuvem (...). Ah, mas na verdade eu não posso explicar tudo."


    Em outra carta da mesma época, escrita à sua família, respigamos o seguinte:


    "Palavra de honra, eu mal entendo por que você e as pessoas em geral fazem tanto barulho a respeito dos meus escritos - sejam russos ou ingleses! Juro, durante os longos anos de minha ausência de casa, eu estudei constantemente e aprendi certas coisas. Mas quando eu escrevi Ísis, eu a escrevi tão facilmente, que não foi de fato nenhum trabalho, mas um real prazer. Por que deveria eu ser elogiada por isto? Quando me dizem que escreva, sento-me e obedeço, e então posso escrever facilmente sobre quase tudo: Metafísica, Psicologia, Filosofia, religiões antigas, Zoologia, ciências naturais - e não sei que mais. Eu nunca me perguntei: 'eu posso escrever sobre esse assunto? (...)' ou 'estou à altura da tarefa?', mas eu simplesmente me sento e escrevo. Por quê? Porque o que sabe tudo me dita (...). Meu MESTRE, e ocasionalmente outros que conheci anos atrás em minhas viagens (...). Por favor, não imagine que perdi os sentidos. Eu já fiz uma insinuação a você sobre Eles antes (...) e eu lhe digo francamente que quando escrevo sobre um assunto de que conheço pouco ou nada, eu me dirijo a Eles, e um d'Eles me inspira, isto é, ele me permite simplesmente copiar o que escrevo dos manuscritos, e até de material impresso que passa diante dos meus-olhos, no ar (...) Foi o conhecimento de Sua proteção e a fé em Seu poder que me capacitaram a me tornar tão forte mental e espiritualmente (...) e mesmo Ele (o Mestre) nem sempre é solicitado; pois, durante sua ausência em qualquer outra ocupação, ele desperta em mim o seu substituto em conhecimento (...). Nestas ocasiões, não sou mais eu quem escreve, mas o meu ego interior, meu 'Ego luminoso', que pensa e escreve por mim. Veja só. É possível que em poucos anos eu possa ter-me tomado tão culta a ponto de escrever sem hesitação página após página de Ísis, com todas as suas citações verbatim de livros, e inúmeras referências a eles, que jamais vi, nem sequer poderia ter visto? Então toda essa correria atrás de mim de repórteres e jornalistas, e de editores russos atrás dos meus artigos (...). Qual é a causa disso? (...) De onde vem todo esse conhecimento? (...).


    Abraços fraternos, estamos a disposição.



    Mario J. B. Oliveira MST Loja São Paulo


    mjboliveira@uol.com.br



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