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  • A NATUREZA PRIMORDIAL E SEU DESENVOLVIMENTO

    NATUREZA PRIMORDIAL
    E SEU
    DESENVOLVIMENTO

    * Mário J.B.Oliveira

    Diz o Zohar:

    "A Divindade (a presença sempre invisível) manifesta-se por intermédio dos Dez Sephiroth, que são as suas testemunhas radiantes (Ob.: são os veículo de manifestação, Setenário). Do Oceano da Divindade flui uma caudal chamada Sabedoria, que verte suas águas em um lago chamado Inteligência. Deste receptáculo promanam como sete canais, os Sete Sephiroth... Porque Dez eqüivale a Sete: a Década contém quatro Unidades e três Binários." ( Sendo o Quaternário a parte perecível, pois é constituída de elementos da Cadeia Planetária, ao passo que os Três binários são constituídos de Elementos Espirituais, emanados do Sol Central.)

     

    A finalidade da palestra, é mostrar que a Natureza Primordial promana da Divindade Eterna.

    "Todos os deuses solares, com seu símbolo, o Sol Visível, são os criadores da natureza física, apenas. A espiritual é obra do Deus Superior - o SOL Oculto, Central e Espiritual, e de seu Demiurgo - a Mente Divina de Platão, e a Sabedoria Divina de Hermes Trimegistro", etc.. – Livro Ísis sem Véu.

    O Estado LAYA.

    Tudo o que deixa o Estado Laya entra na Vida ativa, e é atraído ao torvelinho do Movimento / o Dissolvente Alquímico da Vida; Espírito e Matéria são dois aspectos do Uno, que não é nem Espírito nem Matéria, sendo ambos a Vida Absoluta, latente... O Espírito é a primeira diferenciação do / e no / Espaço; e a Matéria é a primeira diferenciação do Espírito. O que não é nem Espírito nem Matéria é Aquilo, a Causa sem Causa do Espírito e da Matéria, que são a Causa do Cosmo. E Aquilo, nós O chamamos de Vida Una ou o Sopro Intra-Cósmico.

    A Manifestação.

    Os semelhantes devem produzir os semelhantes. A Vida Absoluta não pode produzir um átomo inorgânico, seja simples ou complexo; e ainda no estado Laya existe a vida, exatamente do mesmo modo que o homem imerso em profundo sono cataléptico continua um ser vivente, embora com todas as aparências de um cadáver. Antes da Primeira Manifestação deste Universo Ele já existia em seu estado Laya, porém em um grau abaixo do atual. – Livro A Doutrina Secreta.

    A Construção de Mundos. Livro D. S. – Volume II – Estância VI.

    4 a). Ele as constrói à semelhança das Rodas mais antigas (Mundos), colocando-as nos Centros Imperecíveis.

    4 a) Os Mundos são construídos "à semelhança das Rodas mais antigas", isto é, das que existiram nos Manvantaras precedentes e entraram em Pralaya; pois a Lei que rege o nascimento, o crescimento e a morte de tudo o que há no cosmo, desde o Sol até o vaga-lume que voa sobre a relva, é Una. Há um incessante trabalho de perfeição em cada coisa nova que surge; mas a Substância-Matéria e as Forcas são sempre as mesmas. E essa Lei opera em cada planeta por meio de várias leis menores.

    ...Uma coisa pode afirmar-se: os Mundos não são construídos nem sobre os Centros Laya, nem por cima, nem dentro dele, pois o ponto zero é uma condição e não um ponto matemático.

    A Construção através de Fohat.

    4b). Como as constrói Fohat? Ele junta a Poeira de Fogo. Forma Esferas de Fogo, corre através delas e em seu derredor, insuflando-lhes a vida; e em seguida as põe em movimento: umas nesta direção, outras naquela. Elas estão frias, eles as aquece. Estão secas, eles as umedece. Brilham, eles as ventila e refresca. Assim procede Fohat, de um a outro Crepúsculo, durante Sete Eternidades. (Um período de 311.040.000.000.000 anos, segundo os cálculos bramânicos).

    4.b) Tenha-se presente que Fohat, a Força construtora da Eletricidade Cósmica, conforme se diz metaforicamente, brotou - como Rudra (Divindade Benéfica e Maléfica) da cabeça de Brahman - "do Cérebro do Pai e do Seio da Mãe", e depois se metamorfoseou em macho e fêmea, ou seja: polarizou-se em eletricidade positiva e negativa. Ele tem Sete Filhos, que são seus Irmãos. Fohat vê-se obrigado a nascer mais de uma vez: sempre que dois de seus "Filhos-Irmãos" se deixam aproximar demasiado um do outro, quer seja para se abraçarem, quer para se combaterem. Para evita-lo, ele une e consócia aqueles cujas Natureza são opostas, e separa os de temperamentos semelhantes. Como é fácil perceber, isto se refere à eletricidade gerada pela fricção, e à lei de atração entre dois objetos de polaridade contrária, e de repulsão entre os de polaridade idêntica.

    Os Sete "Filhos-Irmãos", no entanto, representam e personificam as sete formas de magnetismo cósmico denominadas em Ocultismo prático os "sete Radicais", e cujos resultados cooperativos e ativos são, entre outras energias, a Eletricidade, o Magnetismo, o Som, a Luz, o Calor, a Coesão, etc. A Ciência Oculta os define como efeitos supra-sensíveis em seu aspeto oculto, e como fenômenos objetivos no mundo dos sentidos; os primeiros representam faculdades anormais para que possam ser percebidos; os últimos são cognoscíveis pelos nossos sentidos físicos ordinários. Todos eles são emanações de qualidades Espirituais ainda mais supra-sensíveis, não personificadas, mas pertencentes a Causas reais e conscientes. (São veículos de manifestação, neste estado de consciência.)

    Deve o leitor atentar em que, segundo os nossos ensinamentos, que consideram este Universo fenomenal como uma grande Ilusão, quanto mais próximo um corpo se encontre da Substância Desconhecida, tanto mais ele se acerca da Realidade, por estar mais distanciado deste mundo de Mâyâ. Consequentemente, embora a constituição molecular de tais corpos não possa ser deduzida de suas manifestações neste plano de consciência, possuem eles, do ponto de vista do Adepto Ocultista, uma estrutura nitidamente objetiva, se não material, no Universo relativamente numênico, aposto ao fenomenal ou externo. Nota-se que nessas manifestações, existe uma Inteligência diretora, dentro dos Veículos, que são os Dhyân Chohâns, o Ocultismo vê nesses efeitos os "Elementais" (forças), e, nas causas diretas que os produzem, Obreiros Divinos e inteligentes. A conexão íntima dos Elementais, guiados pela mão infalível dos Regentes, - a correlação, poderíamos dizer - com os elementos da Matéria pura manifesta-se como fenômeno terrestre, tais como a luz, o calor, o magnetismo, etc..

    Os Elementais, as Forças da Natureza, são as causas secundárias que atuam invisíveis, ou melhor, imperceptíveis; e que, por sua vez, são os efeitos de causas primárias, por trás do Véu de todo fenômeno terrestre. A eletricidade, a luz, o calor, etc. foram com razão chamados os "Espetros ou Sombras da Matéria em Movimento", ou seja, dos estados supra-sensíveis da matéria, de que só podemos perceber os efeitos.

    É Fohat quem guia a transferência dos princípios de um a outro planeta, de um astro ao seu astro-filho. Quando um planeta morre, seus princípios essenciais são transferidos a um centro Laya (ponto Zero) ou de repouso, cuja energia potencial, latente até então, desperta para a vida, principiando a desenvolver-se em um novo corpo sideral.

    Os cientistas conhecem da matéria apenas a epiderme, mas isto não impede que dogmatizem. É um "modo de movimento" e nada mais! Mas a "força" inerente ao sopro de uma pessoa, ao expulsar da superfície de uma mesa um grão de poeira, é também, não há como negar, um "modo de movimento"; e é igualmente inegável que não significa uma qualidade da matéria ou das moléculas do grão de poeira, senão que emana da Entidade viva e pensante que soprou, fosse o impulso consciente ou inconsciente.

    Os Ocultistas - que, exprimindo-se corretamente, não diriam que a matéria é indestrutível e eterna, mas tão somente a substância ou essência da matéria (isto é, Mûlaprakriti, a Raiz de tudo) - afirmam que todas as chamadas Forças da Natureza: a eletricidade, o magnetismo, a luz, o calor, etc., longe de serem modos de movimento de partículas materiais, são a constituição última, e os aspectos diferenciados daquele Movimento Universal.

    Quando se diz que Fohat produz "Sete Centros Laya", isto quer dizer que, para propósitos formativos ou criadores, a Grande Lei detém, ou antes, modifica o seu movimento perpetuo sobre sete pontos invisíveis dentro da área do Universo Manifestado. "O Grande Sopro cava, através do Espaço, sete buracos em Laya (ponto Zero), para faze-los girar durante o Manvantara" - diz o Catecismo Oculto. Já dissemos que Laya é o que a Ciência poderia chamar o ponto ou a linha zero; o reino do negativo absoluto, ou a única Força absoluta verdadeira, o Número do Sétimo Estado daquilo que, em nossa ignorância, designamos e reconhecemos como "Força"; ou ainda o número da Substancia Cósmica Não-Diferenciada, que, em si, é um objetivo inacessível e Incognoscível para a percepção finita; a raiz e a base de todos os estados de objetividade e também de subjetividade; o eixo neutro, não um dos muitos aspetos, mas o seu centro.

    Com o fito de elucidar a significação do que precede, tentemos imaginar um "centro neutro" - o sonho daqueles que buscam descobrir o movimento perpétuo. Um "centro neutro" é, sob certo aspecto, o ponto limite de um grupo qualquer de sentidos. Figuremos, por exemplo, dois planos consecutivos de matéria, correspondendo cada qual a um grupo apropriado de órgãos de percepção. Vemo-nos obrigados a admitir que entre estes dois planos de matéria se processa uma incessante circulação; e se acompanharmos os átomos e as moléculas do plano inferior, por exemplo, em suas transformações ascendentes, chegarão estas a um ponto além do qual ficarão inteiramente fora do alcance da ordem de faculdades de que dispomos no plano inferior. Para nós, efetivamente, a matéria do plano superior ali se desvanece ante a nossa percepção; mais propriamente, passa ao plano superior, e o estado de matéria que corresponde a semelhante ponto de transição deve por certo possuir propriedades especiais, não fáceis de descobrir. Sete destes "Centros Neutros" são, portanto, produzidos por Fohat, incita a matéria à atividade e à evolução.

    O átomo Primordial (Anu) não pode ser multiplicado, nem em seu estado pré-genérico nem no primogenético; e por isso é chamado a "Soma Total", em sentido figurado, está claro, pois esta "Soma Total" carece de limites. O que para o físico, que só conhece o mundo de causas e efeitos visíveis, é o abismo do nada, para o Ocultista é o Espaço sem limites do Plenum Divino.

    Sabemos que cada átomo tem sete planos de ser ou de existência; e que cada plano está regido por suas leis específicas de evolução e de absorção.

    A Lei de Analogia, no plano de estrutura dos sistemas trans-solares e dos planetas intra-solares, não se aplica necessariamente às condições finitas a que estão sujeitos os corpos físicos neste nosso plano de existência. Na Ciência Oculta, esta Lei de Analogia é a primeira e a mais importante das chaves para a física do Cosmos; faz-se necessário, porém, estudá-la em todas as suas minúcias, e "dar sete voltas à chave" antes que seja possível compreende-la. A Filosofia Oculta é a única ciência capaz de ensiná-la.

    O Imanifestado, e sua Manifestação no Universo Objetivo.

    O Imanifestado manifesta-se neste plano através de um Ponto, onde existe a diferenciação, "Consciência e Poder", representado pelo Sol Central e Espiritual, que é a primeira diferenciação. O nosso Sol Visível é uma Emanação secundária.

    Porém, é do Sol Central e Espiritual que Emanam Os Veículos Espirituais, Âtman e Buddhi, sendo Manas (a Mente) um de seus atributos.

    Observe que existe duas Emanações, a Espiritual, que alimenta os veículos espirituais que chamaremos da primeira Emanação, ou Campo primário. O Sol visível é a segunda Emanação, pois o Sol é um campo secundário, sendo que o Ele é doador de vida e ao mesmo tempo também a destrói.

    Na filosofia hindu, esses poderes estão representados por Brahmâ, Vishnu e Rudra (ou Mahesha), que representam a criação, a preservação e a destruição.

    A Mônada Individual.

    E a Mônada Individual vem materializando-se desde os três primeiros Reinos Elementais, passando através dos Reinos minerais, vegetais, animais, e despertando no Reino Humano. E, está apenas a um passo de um futuro glorioso, pois nosso Quarto Planeta de chamamos de "Terra", será um marco da libertação da matéria grosseira, face a vontade de cada um. Aqueles que desejarem o caminho da Involução terão um jornada maior a cumprir identificando-se com a matéria, não estão preparados para as novas Terras. Quanto aos demais que o fardo lhes seja leve.

    Os caminhos da Involução e da Evolução, estão muito próximo, dependem apenas do poder da natureza de Mâyâ, pois são duas correntes fluindo em direções opostas. O aprisionamento na matéria teve inicio quando ocorreu o "Eu sou um e me tornarei muitos", que coloca em ação o pode de Mâyâ, com isso provoca a diferenciação do UM, em nosso Universo Visível.

    Esse aprisionamento ocasionado pelo poder de Mâyâ não deve ser considerado como uma escravidão, mas antes como a necessidade de passar-se por um ciclo evolutivo a fim de tornar possível a perfeição da Mônada humana. Porém quando a evolução alcançou determinado ponto a Auto-realização, torna-se uma parte necessária do progresso posterior e então surge a necessidade da busca de Sabedoria, pois esse procedimento aperfeiçoará o funcionamento de Buddhi, que é um dos veículos de manifestação da Mônada Individual, com esse aperfeiçoamento gradual, dispersa-se as nuvens da ignorância e permite à Mônada ver o Sol espiritual que brilha eternamente atrás das nuvens, bem como sua unidade com esse Sol Central.

    Sendo o Homem ou Raça Humana, a maior expressão da Criação. Pois compete a Ele, dirigir seu destino, conforme explica a filosofia hindu. E, esses poderes, que aludimos acima, estão representados por três deusas Sarasvati, Lakshmi e Kali, - que são chamadas as consortes de Brahmâ, Vishnu e Rudra respectivamente. Assim se o devoto (Homem) quer conhecimento ele adora Sarasvat, se quer riquezas ele invoca Lakshmi e se quer ajuda em grandes calamidades ele apela a Kali. Mas se ele não quer nada que as três Divindades possam lhe dar através de seus respectivos Shaktis (Poder Divino - Realidade ou Poder) mas deseja o próprio Ishvara (Deus Logos de um Universo), então ele deve invocar o Deus de seu Coração, porém desvestido de Mâyâ, porque esse procedimento representa o poder que pode habilitá-lo a unir sua consciência com a de Ishvara e deste modo conhecê-lo. Ele pode sentir da maneira mais vital e intensa o amor, a bem-aventurança, a beleza e o poder desta Realidade dentro de si mesmo. Quando o "eu" daquele que procura alcançar a meta especialmente a espiritual e adota os meios necessários para alcança-la.

    Bibliografia:

    Ísis sem Véu de Blavatsky – Editora Pensamento

    A Doutrina Secreta de Bravatsky – Editora Civilização Brasileira

    Gayatri O Mantra Sagrado da Índia de I. K. Taimni Editora Pensamento


    * Mario J B. Oliveira, Membro da Loja Teosófica São Paulo



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