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  • O VÉU DE ÍSIS


    O VÉU DE ÍSIS


  • Mário J. B. Oliveira. membro da Loja Teosófica São Paulo


    “Sou tudo o que foi, tudo o que é, tudo o que será.
    Nenhum mortal jamais me alçou o véu.
    O fruto que gerei converteu-se no Sol.”


    Ísis Sem Véu, publicada em 29 de setembro de 1877, escrita por H. P. Blavatsky, constitui-se em sua primeira obra monumental. Observe o leitor que a natureza em toda sua sabedoria trilha determinados caminhos, que embora o autor não percebendo a grandiosidade da mensagem, continua seu trabalho.

    O Cel. Olcott, escreveu o seguinte:

    “(...) Um dia, no verão de 1875, H. P. B. mostrou-me folhas de um manuscrito que ela escrevera e disse: ‘Escrevi isto a noite passada ‘a mando’, mas não sei para que diacho deve ser. Talvez para um artigo de jornal talvez para um livro, talvez para nada: todavia, fiz o que foi ordenado’... Porém algum tempo depois, “Ela escreve ao Cel. Henry S. Olcott, que seria um livro sobre a história e a filosofia das escolas orientais e as suas relações com as da nossa época.” “Disse que estava escrevendo sobre coisas que nunca havia estudado e fazendo citações de livros que nunca havia lido em toda a sua vida, para testar a sua exatidão.”

    Observe o leitor como é difícil o inicio de um trabalho, muito embora tudo existe na mente do Criador; porém, para materializá-lo em nosso plano requer grande esforço e, esse esforço é que o estudante de ocultismo tem que alimentar em seu coração para atingir seus objetivos.

    Comecei meus estudos esotéricos por volta de 1958. Como todo o estudante o inicio é curiosidade e posteriormente passa a ficar mais sério, pois a chama interna acalenta nosso desejo de conhecimento. Por volta de 1974, quando da publicação da DOUTRINA SECRETA, em sua primeira edição em nosso pais, adquiri os seis volumes, em uma livraria da cidade. Li e reli esses volumes até minha aposentadoria em 1986, quando resolvi resumir esses volumes, (que chamo impropriamente de compilação) porém, sem descaracterizá-los.

    Com a publicação de Ísis sem Véu, deixei temporariamente a Doutrina Secreta para estudá-la e constato que para o entendimento da Doutrina Secreta deve-se estudar com profundidade Ísis sem Véu, que solidifica os conceitos, e conhecimentos, de como a Antiga Sabedoria era ministrada aos povos antigos. H. P. B. enfoca esses ensinamentos com grande propriedade.

    H. P. B. afirma o seguinte:

    “Quando comecei a escrever aquilo que mais tarde evolui para Ísis sem véu eu sabia menos do que um selenita sobre o que sairia dali. Eu não tinha nenhum plano; não sabia se aquilo seria um ensino, um panfleto, um livro ou um artigo.”

    Ísis sem véu começou a ser escrita em Ithaca, N. Y., na época em que H. P. B. visitava o Prof. Hiram Corson e Sra. que moravam na referida cidade e, posteriormente, ela retornou à cidade de Nova York passando a residir no número 403 da West 34th e posteriormente, no número 302 da West 47th Street, que ficou conhecida como “Lamaseria”.

    Do ponto de vista comum, Ísis sem Véu foi escrita por H. P. B.; porém do ponto de vista oculto, esta notável obra contou com a colaboração de muitos iniciados ou Adeptos da Irmandade Oculta. “Trechos desta obra foram escritos pela mente consciente comum da Autora reconhecida, outras foram ditadas a ela por um ou outro iniciado, para quem ela serviu como uma amanuense, com linhas de comunicação clarividente. Outras partes, ainda, dos manuscritos, foram escritas quando um ou outro desses iniciados dominavam temporariamente a sua forma exterior e a usavam. E há outras, também, que se precipitaram para ela, em sua própria caligrafia, quando estava adormecida.”

    “Em nenhum momento, contudo, houve qualquer mediunidade comum envolvida no processo, e nem era este de maneira alguma semelhante à escrita automática.”

    É necessário o leitor entender a doutrina do Budismo Tibetano chamada de Tulku. “O termo, numa de suas aplicações, designa a condição em que um iniciado fiel ou ocultista superior envia uma parte de sua consciência para corporificar, por um período de tempo curto ou longo, num mensageiro-neófito que aquele iniciado envia ao mundo exterior para cumprir uma tarefa ou para ensinar. O mensageiro age como um transmissor do poderes espirituais e divinos do iniciado. H. P. B. atuou freqüentemente durante toda a sua carreira pública como um Tulku temporário de um ou outro iniciado.” Essa doutrina está intimamente ligada a doutrina dos avataras.

    Note-se que a mediunidade comum, praticada nos círculos espiritas, está no lado oposto da condição de Tulku. Enquanto a mediunidade é ligada a várias condições de transe, ou cessação ou perda temporária de consciência pessoal. Na condição de Tulku não existe a perda da consciência pessoal ficando o agente com conhecimento definitivo e completo do ocorrido.

    Escreve H.P.B., no volume III de Ísis sem Véu página 92, Editora Pensamento:

    “Tentamos agora fornecer uma exposição resumida e clara de um dos objetivos principais desta obra. O que queremos provar é que, subjacente a toda religião popular antiga, havia a mesma antiga doutrina-sabedoria, una e idêntica, professada e pratica pelos iniciados de todos os países, cuja existência e importância só eles conheciam. Seria humanamente impossível pesquisar hoje a sua origem e a época precisa em que foi elaborada. Todavia, uma simples vista d’olhos é suficiente para fazer que ela não teria chegado a atingir a perfeição maravilhosa com que a encontramos representada nas relíquias dos vários sistemas esotéricos, senão após uma sucessão de séculos. Uma filosofia tão profunda, um código de moral tão nobre e resultados práticos tão conclusivos e tão uniformes demonstráveis não são produto de uma única geração, ou mesmo de uma única época. Um fato deve ter sido empilhado sobre outro fato, uma dedução sobre outra dedução, a ciência deve Ter engendrado a ciência e miríades das inteligências humanas mais brilhantes refletiram sobre as leis da Natureza antes que essa doutrina antiga assumisse uma forma concreta. As provas dessa identidade de doutrina fundamental nas religiões antigas encontra-se na persistência de um sistema de iniciação, nas castas sacerdotais secretas que guardam as palavras místicas de poder e numa exibição pública de um controle fenomenal sobre as forças naturais, prova evidente de uma associação com seres supra-humanos. Toda aproximação dos mistérios de todas essas nações estava guardada com o mesmo cuidado zeloso e em todas elas a pena de morte era infligida aos iniciados de qualquer grau que divulgassem os segredos que lhe haviam sido confiados. Vimos que isso ocorria nos mistérios eleusinos e báquicos, entre os magos caldaicos e os hierofantes egípcios, ao passo que entre os hindus, de onde todos eles derivam, a mesma regra prevaleceu desde tempos imemoriais. Não temos dúvida a esse respeito; o Agrushada Parikshai diz explicitamente que “Todo iniciado, não importa a que grau ele pertença, que revelar a grande fórmula sagrada será condenado à morte”.

    Isso é uma ínfima amostra do que contém os volumes de ÍSIS SEM VÉU.

    Antes de encerrar, peço um pouco mais de sua atenção parta a Carta 7 escrita por K. H. para C. W. Leadbeater. Transcrito do Livro “Cartas dos Mestres de Sabedoria” de C. Jinarajadasa Editora Teosófica – Brasília:

    “Na última primavera - no dia 3 de março - você me escreveu uma carta e a confiou a "Emest". Embora o papel em si nunca tenha chegado as minhas mãos - e é provável que jamais chegasse, considerando a natureza do mensageiro - seu conteúdo chegou. Não a respondi na época, mas enviei-lhe um conselho através de Upasika. *1*

    “Naquela mensagem sua estava escrito que, desde que leu Esot. Bud. e Ísis, seu "único grande desejo tem sido colocar-se sob minha direção como meu chela, de modo que pudesse aprender mais a respeito da verdade". "Entendo a partir do que afirma o Sr. S."*2*, você continuou, “que seria quase impossível tomar-me um chela sem ir à índia”. Você esperava ser capaz de fazer isto dentro de poucos anos, uma vez que no presente laços de gratidão o forçam a permanecer neste país, etc.

    Respondo agora as questões acima e outras levantadas por você.

    (1) Não é necessário que alguém esteja na Índia durante os sete anos de provação. Um chela pode passá-los em qualquer lugar.

    (2) A aceitação de qualquer homem como um chela não depende de minha vontade pessoal. Isto pode apenas ser o resultado do próprio mérito e esforços de alguém naquela direção. Force qualquer um dos "Mestres" que você possa ter escolhido; faça bons trabalhos em seu nome e pelo amor à humanidade; seja puro e resoluto no caminho da retidão (como descrito em nossas regras); seja honesto e altruísta; esqueça você mesmo e lembre-se apenas do bem de outras pessoas - e você terá forçado aquele "Mestre" a aceitá-lo. O dito acima se aplica a candidatos durante os períodos de progresso sereno de sua Sociedade. Há algo mais a ser feito, contudo, quando a teosofia, a Causa da Verdade, está, como no presente, numa situação de vida ou morte diante do tribunal da opinião pública - o mais levianamente cruel, preconceituoso e injusto dos tribunais. Há também o Karma coletivo da casta a que você pertence a ser considerado. É inegável que a causa que você traz no coração está sofrendo agora devido a obscuras intrigas e à torpe conspiração do clero cristão e dos missionários contra a Sociedade. Eles não se deterão diante de nada para arruinar a reputação dos Fundadores. Você está disposto a responder pelos pecados deles? Então vá para Adyar por alguns poucos meses. "Os laços de gratidão" não serão rompidos, nem ficarão mais frágeis pela ausência de alguns meses, se a decisão for explicada de modo plausível a seu parente. Aquele que quiser abreviar os anos de provação deve fazer sacrifícios pela teosofia. Empurrada por mãos malévolas para o próprio limiar do precipício, a Sociedade necessita de cada homem e mulher forte na causa da verdade. É fazendo ações nobres, e não apenas determinando que sejam feitas, que os frutos da ação meritória são colhidos. Assim como o "homem verdadeiro" de Carlyle, que não é seduzido pelo que é fácil, a "dificuldade, abnegação, martírio e morte são os encantamentos que atuam", durante as horas de provação, no coração do verdadeiro chela. Você me pergunta; "Quais são as regras que devo observar durante este período de provação e quando posso atrever-me esperar que ele inicie?" Respondo: você tem a construção do seu próprio futuro em suas próprias mãos, como mostrado acima, e a cada dia pode estar formando sua textura. Se eu fosse exigir-lhe que fizesse alguma coisa ou outra, ao invés de simplesmente aconselhá-lo, seria responsável por todo efeito que pudesse fluir daquele fato, e você teria apenas um mérito secundário. Pense e verá que isso é verdade. Portanto, lance sua sorte nos braços da Justiça, esperando apenas que sua resposta seja a verdade absoluta. O chelado é um estágio educacional, bem como probatório, e somente o chela pode determinar se acabará no adeptado ou em um fracasso. Devido a uma idéia equivocada do nosso sistema, os chelas com demasiada freqüência buscam ou esperam por ordens, perdendo tempo precioso que poderia ser aproveitado com esforços pessoais. Nossa causa precisa de missionários, devotos, agentes e até mesmo mártires, talvez. Mas ela não pode exigir de homem algum que se torne um deles. Portanto, agora escolha e assuma seu próprio destino - e que a memória de nosso Senhor Tathagata possa auxiliá-lo a decidir pelo melhor.”

    K.H.

    (*1*) H.P.B.
    (*2*) A.P.Sinnett.


    Entretanto, observe a CARTA 8 Para C. W. Leadbeater, recebida na noite do mesmo dia.

    Já que sua intenção o conduziu na direção certa e o fez compreender que era meu desejo que fosse imediatamente para Adyar, eu posso dizer mais. Quanto mais cedo você for para Adyar, melhor será. Não perca nenhum dia mais que o necessário. Tome o navio do dia 5, se possível. Una-se a Upasika, em Alexandria. Não deixe ninguém saber que está indo, e que a bênção de nosso Senhor e minha pobre bênção possam protegê-lo de todo mal em sua nova vida. Saudações a você, meu novo chela.”

    K.H.
    Não mostre minhas notas a ninguém.

    As obras de C. W. Leadbeater, são sobejamente conhecidas. Que o leitor tire as suas conclusões.

    Obrigado pela sua atenção.


    Mário J. B. Oliveira.
    Membro da Loja Teosófica São Paulo
    Email: mjbo@correionet.com.br




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