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  • O SIGILO DOS INICIADOS

    O SIGILO DOS INICIADOS
    * Mario J. B. Oliveira

    Primeira Parte O SIGILO DOS INICIADOS

    Porque o sigilo dos INICIADOS?

    Desde os tempos mais remotos, de "Orfeu, o primeiro Adepto." e passando pelas "nevoas" pré-cristã até Amônio Sacas, passando por Pitágoras, Confúcio, Buda, Jesus e Apolônio de Tiana, nunca houve Instrutor ou Iniciado que deixasse algo escrito para o publico." Todos esses "Iniciados" recomendaram invariavelmente silêncio sigilo entorno de certos fatos e acontecimentos. Confúcio não explicava publicamente o enigma e o que entendia por seu "Grande Extremo". Jesus recomendava a seus discípulos que não revelassem a ninguém de que "ELE" era CRISTO (CHRETO) o "Homem das dores". Os Apóstolos deveriam guardar silêncio, de modo que a mão esquerda ignorasse o que fazia a direita; ou, para falar mais claramente de modo que os perigosos professores da ciência da Mão Esquerda - inimigos implacáveis dos Adeptos da Mão Direita, e, especialmente antes da primeira iniciação. "Observa o professor Wilder que":

    "Os essênios da Judéia e do Carmelo faziam distinções analógicas, dividindo seus prosélitos em neófitos, irmãos e perfeitos"... Amônio obrigava, seus discípulos, mediante juramento, a não divulgarem suas doutrinas mais importantes, salvo aos que estivessem completamente instruídos e aptos [preparados para a Iniciação]".

    Jesus, conforme Mateus, VIII, 6, assim se expressou:

    "Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas, para que não as esmaguem com seus pés, e, voltando-se, vos despedacem."

    São palavras de encerram verdades e sabedoria. A DOUTRINA SECRETA Religião Sabedoria, era ensinada por Antonio Sagas, contidas nos Livros de Thoth (Hermes), onde Pitágoras e Platão tomaram conhecimento; esses livros eram "idênticos aos ensinamentos dos Sábios do Extremo Oriente". É bem possível que até hoje os profanos jamais compreenderam as "expressões divinas". Filon, o Judeu, tentou explicar o Sentido secreto, e, falhou. Mas tanto os Livros de Thoth como a Bíblia, os Vedas e a Cabala, prescrevem idêntico sigilo a respeito de certos mistérios da Natureza simbolizados em seus textos. "Ai de quem divulgar ilegalmente as palavras sussurradas ao ouvido do Manushi (ou Manushya Homens D. Secreta sloka 16 Estância IV Antropogênese), pelo primeiro Initiator! O Livro de Enoch esclareceu quem foi este "Initiator":

    "Deles (os Anjos) eu ouvi todas as coisas; e compreendi o que vi, e aquilo que vai suceder, não nesta geração, mas em outra geração que há de vir em épocas distantes (Sexta e Sétima Raças), segundo referem os eleitos (os Iniciados)".

    Fala-se também no julgamento que revelam "os segredos dos anjos":

    "Eles descobriram os segredos: e são os que foram julgados; mas não tu, filho meu (Noé)... tu és puro e bom, e não se pode acusar-te de descobrir (revelar) segredos".

    Porém durante nosso tempo homens que chegaram a "descobrir segredos" sem ajuda estranha e por sua própria sabedoria e sagacidade. Um desses homens é o erudito autor é o descobridor de uma "Chave dos Mistérios hebreus-egípcios". Segundo ele, observam-se "algumas estranhas características relacionadas com a composição da Bíblia".

    "Os que compilaram este livro eram homens como nós. Conheceram, viram, compreenderam e aplicaram, usando a chave das medidas, a lei do Deus vivo e sempre ativo. Não precisavam crer que Ele existisse, que Ele atuasse, traçando e executando planos, como um poderoso mecânico e arquiteto. De onde lhes vinha, portanto, aquele conhecimento privilegiado, quando, primeiro como homens de Deus e depois como apóstolos de Cristo, instituíram um culto ritual exotérico e um estéril ensinamento de pura fé, sem substância, nem provas recebidas por meio dos sentidos, de que Deus dotou os homens justamente para lhes possibilitar uma compreensão exata das coisas? Mistérios, parábolas e sentenças obscuras, que encobrem o verdadeiro significado, constituem o ônus dos dois Testamentos, o Antigo e o Novo. Os relatos da Bíblia são ficções compostas intencionalmente para despistar as massas ignorantes, incutindo-lhes ao mesmo tempo um código de obrigações morais proporcionado à sua capacidade. Como é possível coonestar essas fábulas com a inspiração divina, se, pela própria natureza das coisas, a plenitude da veracidade é atributo inseparável do sistema de Deus? Que tem a ver o mistério com a promulgação das verdades de Deus?"

    Absolutamente nada, com toda a certeza, se tais mistérios fossem revelados desde o princípio, como sucedeu com as primeiras Raças da humanidade, semidivinas, puras e espirituais. Essas possuíam as "verdades de Deus", com as quais conformavam suas vidas e seus ideais, preservando-as sempre, de modo que o seu conhecimento dificilmente podia causar algum mal, e eram, portanto, escassas as probabilidades de abuso. Mas a evolução, com a queda gradual na matéria, é também uma das "verdades" e uma lei de "Deus". À medida que o gênero humano progredia e se tornava mais terrestre em cada geração, principiou a afirmar-se a individualidade de cada Ego temporário. O egoísmo pessoal se desenvolve e incita o homem a abusar do seu conhecimento e poder. E o egoísmo é um edifício humano, cujas portas e janelas dão sempre passagem livre a toda espécie de iniqüidades, para que penetrem na alma do homem. Mui poucos foram, durante a primeira juventude da humanidade, e menos ainda em nossos dias, os homens dispostos a pôr em prática a varonil declaração de Pope, de que não hesitaria em despedaçar o próprio coração se unicamente o fizesse pulsar o amor egoísta, votando ao próximo o desprezo e o escárnio. Daí a necessidade de serem gradualmente subtraídos do homem o conhecimento e o poder divino, que se faziam, a cada cicio humano, mais perigosos, como espada de dois gumes, cujo lado mal estava sempre ameaçando o próximo, enquanto o que podia fazer o bem só era utilizado em proveito próprio. Os raros "eleitos", em que a natureza interna não sofreu a influência do desenvolvimento físico externo, chegaram, assim, com o tempo, a ser os únicos guardiães dos mistérios revelados; e transmitiram os seus conhecimentos àqueles que se mostravam mais aptos a recebê-los, mantendo-os inacessíveis aos demais. Exclua-se esta explicação dos Ensinamentos Secretos, e o próprio nome de Religião ficará sendo sinônimo de engano e fraude.

    Todavia, não convinha deixar as massas sem um freio moral. O homem está sempre ansioso por um "além", e não pode viver sem um ideal, à guisa de farol e consolação. Ao mesmo tempo, não se podiam confiar ao homem comum (e isto também é válido para nossa época de educação universal) verdades demasiado metafísicas e sutis, de difícil compreensão para o seu intelecto, sem correr o risco de provocar-se uma reação iminente, e de a crença em Deus e nos Santos ceder lugar a um ateísmo radical e anticientífico. Nenhum verdadeiro filantropo, e, portanto nenhum ocultista, sonharia um instante sequer com uma humanidade sem religião. E, ainda em nossos dias, a religião da Europa, limitada aos domingos, é preferível a nenhuma religião. Mas se, na expressão de Bunyan, "a religião é a melhor armadura do homem", não é menos certo que é a "pior capa"; e contra esta "capa" e contra esta falsa máscara lutam ocultistas e teósofos. Se puser de lado esta capa, tecida pela fantasia humana para vestir a Divindade, sob a inspiração astuciosa de sacerdotes ávidos de mando e domínio, poderá o homem adorar a verdadeira Divindade ideal, o único Deus vivente na Natureza.

    Segunda Parte

    PEQUENO RELATO SOBRE A CONSTITUIÇÃO DO HOMEM

    Diante do exposto, não poderíamos deixar de acrescentar algumas idéias, a fim de que o leitor tenha mais algumas informações, do espaço tempo em que vivemos.

    A época atual.

    Vivemos no planeta Terra, que faz parte de uma Cadeia de 7 Planetas, sendo que já percorremos Três Rondas, estamos em sua Quarta Ronda, e nas últimas sub-raças da Quinta Raça Raiz, passando por um período que podemos dizer de grandes realizações, é só olharmos para os acontecimentos, são períodos de grande evolução, pois a Natureza manifesta-se com mais Força, nesses períodos, ocorrem muito desequilíbrios, tendo em vista que quando as Forças criadoras manifestam-se com intensidade criativa, arrasta consigo sua contraparte, que provoca alguns desequilíbrios, pois todos são impulsionados para a evolução, seja no sentido da evolução ascendente, ou na descendente.

    Quanto aos objetivos da evolução, ela desenvolve-se através de seus veículos ou "corpos". São compostos de Sete Reinos, Três Reinos Elementais, Reino Mineral, Reino Vegetal, Reino Animal e o Reino Humano.

    "Em seu trabalho evolutivo", a Natureza prodigaliza suas Energias, construindo formas após formas. Mas que terrível dissipadora parece ser, produzindo muito mais formas do que meios de sua subsistência. Ela não leva em conta o tempo, e o indivíduo não tem para ela quase importância, a não ser pelo tempo que vive. Durante a breve vida do individuo, a natureza lhe sorri, o acaricia como se tudo houvesse sido disposto para o seu bem-estar. Mas depois que ele executou o ato para o qual o impeliu depois que produziu descendentes, ou que, com sua passagem pela vida, alterou o ambiente para os outros, vem a morte e o aniquila"

    Esse "Eu Sou", que nos compele a viver, a lutar, a procurar a felicidade, cessa de existir, por não sermos nós que importamos; é a espécie - "ela parece tão cuidadosa da espécie quando descuidosa da vida individual". Porém, esse ponto de vista é a evolução das Espécies, apenas as formas de novos Veículos, ocorre que em cada veículo existe um corpo Setenário, tendo sua origem nas Mônadas, que pertencem ao Reino do Terceiro Logos. Cada forma física tem sua origem nos planos imponderáveis da Natureza, que é a Raiz de tudo o que existe neste plano de manifestação. Tais Veículos são a Expressão do seu "Eu Superior" manifesto através de ÂTAMAN.

    O EGO HUMANO, SUA CONSTITUIÇÃO.

    O Ego humano não é nem Atmân nem Buddhi, mas o Manas Superior; o fruto intelectual e a florecencia do Egoísmo intelectual autoconsciente - no sentido espiritual elevado. As escrituras antigas referem-se a êle como Karâna Sharira no plano de Sutrâtmâ, que é o "fio de ouro" em que se acham enfiadas, como pérolas, as diversas Personalidades do Ego Superior. Se se dissesse ao leitor, como nas alegorias semi-esotéricas, que êstes Sêres eram Nirvanis em retôrno de anteriores Mahâ-Manvantaras - Idades de incalculáveis duração que se sucederam na Eternidade há um tempo ainda mais incalculável -dificilmente êle compreenderia o texto de maneira correta; enquanto alguns vedantinos podiam dizer: "Não é assim; os Nirvanis não voltam jamais" - o que é verdade em relação ao Manvantara a que pertencem, mas errôneo quando se refere à Eternidade. Porque está dito nos "Slokas" Sagrados:

    O Fio Radiante, que é imperecível e só se dissolve no Nirvana, dêle emerge de nôvo em sua integridade no dia em que a Grande Lei chama outra vez todos os Sêres à atividade.

    Assim, como os Pitris superiores ou Dhyanis não tormaram parte na criação física, vemos o homem Primordial - saído do corpo de seus progenitores espiritualmente "sem fogo" - descrito como um ser aeriforme, não compacto e sem mente. Não tinha Princípio médio que servisse de elo entre o superior e o inferior - o Homem Espiritual e o cérebro físico -, porque não era dotado de Manas. As Mônadas que se encarnaram naquelas Conchas vazias permaneceram tão inconscientes como quando se achavam separadas de suas formas e veículos incompletos anteriores. Neste nosso plano não há potencialidades de Criação ou Autoconsciencia em um Espírito puro, a não ser que a sua natureza demasiado homogênea, perfeita - porque divina - se misture, por assim dizer, a uma essencia já diferenciada, sendo por ela fortalecida. Só a linha inferior do Triangulo - que representa a primeira Triade que emana da Mônada Universal - pode proporcionar essa consciência necessária no plano da Natureza diferenciada. Mas como podiam as puras Emanações, que, segundo êsse princípio, deviam ser originalmente inconcientes (em nosso sentido), suprir de algum modo o Princípio requerido, se elas mal o possuiam?

    A resposta é difícil de compreender, a menos que se conheça bem a metafísica filosófica de uma série, sem princípio nem fim, de Renascimentos Cósmicos, e se estejam familiarizado com aquela imutável lei da Natureza, que é o Movimento Eterno, cíclico e espiral, e por conseguinte progressivo, mesmo em seu aparente retrocesso. O Princípio Divino Único, O Aquilo sem nome dos Vedas, é o Todo Universal, que não pode ficar em "Absoluto Repouso", nem em seus aspectos e emanações espirituais, nem em seus átomos físicos, exceto durante as Noites de Brahmâ. Daí também se segue que os "Primogênitos" são os primeiros a seram postos em movimento no início de um Manvantara, e, portanto, os primeiros a cair nas esferas inferiores da materialidade. Os chamados "Tronos" da Teologia, que são o "Assento de Deus", devem ser os primeiros homens que encarnaram na Terra, e é fácil compreender, se levarmos em conta a série interminavel de Manvantaras passados, que o último tinha de ser o primeiro, e o primeiro o último. Vemos, em suma, que os Anjos superiores haviam atravessado, inumeráveis evos antes, os "sete Circulos", arrebatando-lhes assim o Fogo Sagrado; em poucas palavras, isto quer dizer que em encarnações passadas, tanto nos mundos inferiores como nos mundos superiores, haviam assimilado tôda a sabedoria nêles existente: o reflexo de Mahat em seus diversos graus de intensidade. Nenhum Ser, angélico ou humano, pode alcançar o estado de Nirvana, ou de pureza absoluta, sem passar pelos evos de sofrimento e do conhecimento do Mal, assim como do Bem, uma vez que de outro modo êste último permaneceria incompreencível.

    Entre o homem e o animal - cujas mônadas Jivas são no fundo idênticos - existe o abismo intransponível da Mentalidade e da Autoconsciência. Que é a mente humana em seu aspecto superior? De onde procede, se não é uma parte da essência - e em alguns casos raros a encarnação, a essência mesma - de um Ser superior, de um Ser pertencente a um plano superior e divino? Pode o homem - êsse Deus encerrado em forma animal - ser produto da Natureza material só pela evolução, como é o animal (que difere do homem pela forma exterior, mas não pelo material de que é formado o seu invóluclo físico, e que está animado pela mesma Mônada, embora não desenvolvida), quando vemos que as potencialidades de ambos diferem entre si tanto quanto o Sol difere do vaga-lume? E qual é a causa de tal diferença, se o homem é um animal com um Deus vivente dentro de sua concha física?

    Observe o Leitor, que o "Fio Radiante", citado por HPB, é a Individualidade que difere do "TODO" durante cada Manvantara, e poderíamos dizer que essa Individualidade é "DEUS EM MUITOS", manifestando-se em cada novo Manvantara, quando chamada a manifestar-se. Muito embora Ela provenha do "Nirvana", de Mahâ-Manvataras anteriores, quando emerge no Manvantara atual, a Individualidade, sendo um veículo de manifestação, Ela não contem, e, não domina este novo estado de Matéria, muito embora sejam os veículos construídos com materiais de Manvantaras anteriores. Essa é a razão de que "ELA" a Individualidade necessite de conhecer o Bem e o Mal, para esse novo estado, Ela ainda esta adormecida, carecendo de harmonizar os seus veículos com o novo estado da Matéria.

    Assim se expressa um Mestre da S. T.

    "A Diada é uma Substância durante o Manvantara (plano de manifestação), é a linha de união entre dois Pontos, ou números que procede do "Aquilo", que existia antes de todos os Números". Dessa saíram todas as Centelhas dos três Mundos ou Planos Superiores e os Quatro Inferiores - que estão em constante interação e correspondência. Observe que toda a Individualidade é centrada nos Três Princípios Médios, ou seja o Terceiro, o Quarto e o Quinto, durante a vida terrestre ela está toda no Quarto, o centro de Energias, Volição e Vontade.

    A Primeira (A Tríade Superior) apenas sobrevive; a última (o Quaternário perecível) para percorrer com êxito seus cursos setenários descendentes e ascendentes, tem de incorporar em si mesma a Vida-Força Eterna que reside somente no Sétimo Princípio, e então UNIR os Três ou seja, o Quarto (a Mônada), o Quinto (a Tríplice Individualidade ou Jivâtmâ) e o Sétimo (Mental Superior). Tudo isso em um Sexto Princípio, no Veículo Budhi denominado Intuição. Os que chegarem a fazê-lo se convertem em Budha, Dhyan Chohans. O propósito principal de nossas Vidas encarnadas nesse Planeta Terra, bem como através de nossos esforços e iniciações é alcançar esta União enquanto estamos sobre esta TERRA.

    Que o leitor tire suas conclusões.



    Livros Consultados: A Doutrina Secreta. de HPB, Ed. Pensamento, Volume V, Volume III, Antropogênese, Estância III, sloka 13. Livro Ed. Civilização Brasileira. Fundamentos de Teosofia de C. Jinarajadasa Ed. Pensamento; Glossário Teosófico de HPB Ed. Ground.



    Mario J. B. Oliveira, membro da Loja São Paulo
    Email: mjboliveira@uol.com.br.



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