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  • O FOGO CRIADOR

     

    O FOGO CRIADOR

     

    Homenagem a Sra. H. P. Blavatsky

     

     

                H. P. B. “A Harmonia é a Lei da Vida, a discórdia é sua sombra, de onde brota o sofrimento, que é o professor, aquele que desperta a consciência. Pela alegria e tristeza, pela dor e pelo prazer, a alma chega ao conhecimento de si mesma; começa a tarefa do aprendizado das Leis da Vida, quando as discórdias podem ser resolvidas e a harmonia restabelecida. ‘Os olhos da Sabedoria são como as profundezas do oceano, não tem nem alegria nem tristeza, por isso a alma do ocultista deve ser mais forte que a alegria a é maior que a tristeza’”. (Livro “Escolas de Mistério” de Clara Cood, ed. Teosófica.)

     

                Somos estudantes de Ocultismo e nossa força concentra-se na Sabedoria, porque se ficarmos preso na alegria não passamos deste estágio, que é apenas Mâyâ, o mesmo se dá com a tristeza, observe esse texto contido no livro “A Luz no Caminho”:

     

    “Então começaras a compartilhar de uma alegria que traz, na verdade, um trabalho terrível e uma profunda tristeza, mas também uma grande e crescente satisfação”.

     

                Foquemos nossa atenção no terrível trabalho e criemos força para executá-lo em harmonia que é a Lei da Vida.

                Em sua obra “Ísis sem Véu” encontramos os “Dez Pontos de Ísis”, enunciados pro H. P. Blavatsky:

     

    Para compreender os princípios envolvidos na Lei Natural... o leitor deve ter em mente as proporções fundamentais da filosofia oriental que temos elucidado sucessivamente. Vamos recapitular em poucas palavras:

     

    1. – Não há milagre tudo acontece como resultado de uma Lei Eterna, imutável e sempre ativa.

    2. – A Natureza é Trina: há uma Natureza Visível, objetiva; uma Natureza Invisível, intrínseca, que dá Energia, modelo exato da outra e o seu princípio Vital; e acima dessas duas, o Espírito, Fonte de todas as Forças. Só ele Eterno e Indestrutível.

    3. – O homem também é Trino: ele tem o seu corpo Físico e objetivo; seu corpo Astral é Vitalizador (ou Alma), o homem Real e esses dois são dinamizados e iluminados por um terceiro – o Espírito soberano, Imortal. Quando o homem Real consegue dissolver-se neste último, torna-se uma Entidade Imortal [Consciente].

    4. – A Magia, como ciência, é o conhecimento desses princípios e do caminho pelo qual a onisciência e a onipotência do Espírito, e o controle deste sobre as forças da Natureza, podem ser adquiridas pelo individuo enquanto ainda vive no corpo Físico. A Magia, como arte, é a aplicação prática desse conhecimento.

    5. – O conhecimento arcano mal aplicado é feitiçaria. Usado para o bem é a verdadeira Magia ou Sabedoria.

    6. – A Mediunidade é o oposto de Adeptado. O Médium é um instrumento passivo de influências exteriores, enquanto o Adepto controla ativamente a si próprio e a todas as forças inferiores.

    7. – Todas as coisas que já existiram, existem, ou existirão tem seu registro na Luz Astral – na lousa do Universo – e o Iniciado Adepto, usando a visão do seu próprio Espírito, pode saber tudo o que já foi conhecido ou pode vir a ser conhecido [No Universo Solar].

    8. – As raças humanas diferem nas suas aptidões Espirituais assim como na cor, estatura e outras características externas, em alguns povos prevalece a clarividência, em outros, a mediunidade.

    9. – Uma fase da habilidade Mágica é a retirada voluntária e consciente do homem Interno (forma Astral) do homem externo (corpo Físico). No caso de alguns médiuns esse afastamento ocorre, mas é algo inconsciente e involuntário... Nem o tempo nem o Espaço oferecem obstáculos aos movimentos da forma Astral em deslocamento. O taumaturgo, completamente hábil na ciência Oculta, pode fazer o seu próprio corpo físico parecer que desapareceu, ou formar, aparentemente, qualquer forma da sua escolha. Ele pode tornar visível a sua forma Astral, ou dar a ela aparências estranhas...

    10. – A pedra angular da Magia é um conhecimento prático e profundo do magnetismo e da eletricidade, das suas qualidades, correlações e potencialidades.

    Para reunir tudo em poucas palavras, Magia é a Sabedoria Espiritual; a Natureza é a auxiliar material, a discípula e servidora do Mago. Um princípio comum permeia todas as coisas, e ele é controlado pela vontade humana aperfeiçoada... O Adepto pode controlar as sensações e alterar as condições dos corpos físicos e astrais de outras pessoas que não sejam Adeptos, ele também pode governar e usar, conforme a sua escolha, os espíritos dos elementos. Ele não pode controlar o Espírito Imortal de nenhum ser humano, vivo ou morto, pois tais Espíritos são como Centelhas de uma Essência Divina e não estão sujeitos a qualquer dominação.

     

    “Embora a reencarnação seja claramente ensinada em Ísis, a autora não a descreve em suas obras posteriores, mas contenta-se em abrir caminho para uma visão mais simpática deste antigo princípio numa sociedade anti-reencarnacionista...

    Na época em que H.P.B. escreveu Ísis, ela evitava usar a palavra reencarnação, porque ela era usada pelo espírita francês Allan Kardec, que acreditava em reencarnação imediato, sem períodos de repouso entre uma e outra. Textos do Livro Ísis Sem Véu de HPB”.

     

    Porém, observe esse texto contido na pág. 190 do livro “Helena Blavatsky – Vida e a Influência Extraordinária da Fundadora do Movimento Teosófico Moderno, de Sylvia Cranston, ed., Teosófica:

     

    A finalidade da evolução humana através da reencarnação é idêntica em outro trecho de Ísis:

     

    “Esta filosofia ensina que a natureza nunca deixa seu trabalho por terminar; se fracassou na primeira tentativa, ela tenta novamente. Quando a natureza desenvolve um embrião humano, a intenção é que o homem venha a ser perfeito – física, intelectual e espiritualmente. Seu corpo foi feito para amadurecer, ser usado até o fim e morrer; a sua mente para desabrochar, amadurecer e ser harmoniosa e harmonizar-se facilmente com o homem Interno. Nenhum ser humano completa o seu grande circulo, ou o ‘Circulo da necessidade’, até que tudo isto tenha se realizado... Assim como uma corrida os retardatários esforçam-se e caminham lentamente na primeira quarta parte do trajeto enquanto os vitoriosos ultrapassam a linha de chegada, assim também na corrida [em direção à] imortalidade [consciente], algumas almas ultrapassam todas as outras e alcançam o fim, enquanto miríades de competidoras estão lutando sob o peso da matéria, próximo ao ponto de partida. Alguns infelizes desistem inteiramente e perdem toda a chance de obter o prêmio; alguns voltam sobre os seus passos e começam novamente... Desse modo, assim como gira uma roda, há uma sucessão regular de morte e nascimento...”

     

                O inicio de Ísis é, portanto completamente claro em seu pano de fundo histórico, embora muitos detalhes sejam incompletos e os dados genuínos, um pouco indistintos. É, então, com grande surpresa que o estudioso lê nas The Mahatma Letters To A. P. Sinnett, p. 289, a inequívoca afirmação do Mestre K. H. no sentido de que (...) foi então que lhe ordenaram escrever Ísis – apenas um ano depois de a Sociedade ter sido fundada.

                Depois de H.P.B. ter retornado de Ithaca a Nove York, ela e o Cel. Olcott tomaram dois apartamentos no número 403 da West 34 Th Street, ela no primeiro e ele no segundo andar, e desde então a redação de Ísis prosseguiu sem demora ou interrupção até o seu termino.

     

                Um testemunho da própria H.P.B. a sua irmã:

     

    “Bem, Vera, acredite ou não, algum encantamento me domina. Você mal pode imaginar em que mundo fascinante de quadros e visões eu vivo. Estou escrevendo Ísis; não escrevendo, antes, transcrevemos e redigimos o que Ela pessoalmente me mostra, às vezes me parece que a antiga deusa da Beleza em pessoa me conduz por todas as terras dos séculos passados que tenho de descrever. Estou sentada de olhos abertos e, ao que tudo indica, vejo e ouço tudo o que acontece ao meu redor, e ao mesmo tempo vejo o que escrevo. Falta-me o fôlego; tenho medo de fazer o menor movimento com receio de que o encantamento possa ser rompido (...). Lentamente, séculos após séculos, imagem após imagem, destacam-se à distancia e passam à minha frente como num panorama mágico; e, enquanto os reúno em minha mente, enquadrando-os épocas e datas, sei absolutamente que não há nenhum erro. Raças e Nações, países e cidades, há muito tempo desaparecidos na escuridão do passado pré-histórico, emergem e desaparecem, dando lugar a outros; e então sou informada sobre datas posteriores. A Antiguidade encanecida abre caminho para períodos históricos; muitos me são explicados a eventos e pessoas que existiram realmente e todo evento é, em suma, extraordinário, toda página recém-virada dessa multicolorido livro da vida imprime-se em meu cérebro com nitidez fotográfica. Minhas próprias estimativas e cálculos parecem-me depois peças coloridas isoladas de diferentes formas do jogo que se chama casse-tête [quebra-cabeça]. Eu os reúno e tento arruma-los um após outro, e no final sempre surge um todo geométrico (...) Seguramente não sou eu que faço tudo, mas meu Ego o princípio mais elevado que vive em mim. E, mesmo este, com a ajuda do meu Guru e Instrutor que me ajuda em tudo. Se me acontecer esquecer algo, tenho apenas que me dirigir a Ele, ou a outro como Ele, em meu pensamento, e o que eu esquecera novamente surge diante de meus olhos – às vezes quadros inteiros passam diante de mim, longos inventários de eventos. Eles lembram-se de tudo. Eles sabem de tudo (...). Sem Eles, de onde eu colheria o meu conhecimento”. (Transcrito do Livro Ísis Sem Véu, vol. I pág. 28, de H. P. B., ed. Pensamento.)

     

     

                Continuando o relato; H. P. B.nos dá testemunho da existência de nosso Eu Superior:

     

    “Aproximadamente na mesma época, ou possivelmente em pouco mais cedo, a irmã de H. P. B. ouviu dizer que ela havia começado a escrever de uma maneira que lhe teria sido impossível poucos anos antes. Parece que circulavam rumores na Rússia de que havia “bruxaria” na raiz desse fato, e, cheia de pressentimentos e de terror, Madame de Zhelihovsky escreveu a H.P.B., implorando-lhe explicasse as circunstancias. O excerto seguinte foi extraído da resposta de H.P.B.”:

     

    “Não tenha medo que não estou fora de mim. Tudo o que posso dizer é que alguém realmente me inspira – (...) mais que isso; alguém entra em mim. Não sou eu quem fala e escreve; é algo dentro de mim, meu Eu Superior e Luminoso, que pensa e escreve por mim. Não me perguntes, minha amiga, o que sinto, porque não posso explica-lo claramente. Eu me conheço! A única coisa que sei é que agora, quando estou perto de chegar à velhice, tornei-me uma espécie de armazém do conhecimento de outro (...). Alguém vem e me cerca como uma nuvem indistinta e de repente me empurra para fora de mim e então não sou mais “EU” – Helena Petrovna Blavatsky – mas outro alguém. Alguém forte e poderoso, nascido numa região do mundo totalmente diferente; e, quanto a mim, é quase como se eu estivesse adormecida, ou deitada e não inteiramente consciente – não em meu próprio corpo, mas perto, presa apenas por um fio que me amarra a ele. Todavia, às vezes vejo e ouço tudo de modo bastante claro; estou perfeitamente consciente do que meu corpo está dizendo e fazendo – ou pelo menos o seu novo possuidor. Eu até entendo e me lembro tão bem que depois posso repetir e mesmo escrever as suas palavras (...) Nessas ocasiões vejo admiração e temor nas faces de Olcott e dos outros, e sigo com interesse a maneira pela qual Ele meio compassivamente os observa com meus próprios olhos e os ensina com minha língua física. Não com a minha  mente, mas com a sua própria, que envolve o meu cérebro como uma nuvem (...). Ah, mas na verdade eu não posso explicar tudo”.

     

    Um relato da existência dos Mestres ou Irmãos Mais Velhos:

     

    Em outra carta da época, escrita à sua família, respingamos o seguinte:

     

    “Palavra de honra, eu mal entendo por que você e as pessoas em geral fazem tanto barulho a respeito dos meus escritos – sejam russos ou ingleses! Juro, durante os longos anos de minha ausência de casa, eu estudei constantemente e aprendi certas coisas. Mas quando eu escrevi Ísis eu a escrevi tão facilmente, que não foi de fato nenhum trabalho, mas um real prazer. Por que deveria eu ser elogiada por isto? Quando me dizem que escreva, sento-me e observo, e então posso escrever facilmente sobre quase tudo. Metafísica, Psicologia, Filosofia, religiões antigas, Zoologia, ciências naturais – e não sei que mais. Eu nunca me perguntei: ‘eu posso escrever esse assunto?’ (...) ou ‘estou a altura da tarefa’? mas eu simplesmente me sento e escrevo. Por que? Porque o que sabe tudo me dita (...). Meu MESTRE, e ocasionalmente outros que conheci anos atrás em minhas viagens (...). Por favor, não imagine que perdi os sentidos. Eu já fiz uma insinuação a você sobre Eles antes (...) e eu lhe digo francamente, que quando escrevo um assunto de que conheço pouco ou nada, eu me dirijo a Eles, e um D’Eles me inspira, isto é, ele me permite o que escrevo dos manuscritos, e até de material impresso que passa diante dos meus olhos, no ar (...). Foi o conhecimento de sua proteção e a fé em seu poder que me capacitaram a me tornar tão forte mentalmente e espiritualmente (...) e mesmo Ele (o Mestre) nem sempre é solicitado; pois, durante sua ausência em qualquer outra ocupação, ele desperta em mim o seu substituto em conhecimento (...). Nestas ocasiões não sou mais eu quem escreve, mas o meu Ego Interior, meu ‘Ego Luminoso’, que pensa por mim. Veja só. É possível que em poucos anos eu possa ter-me tornado tão culta a ponto de escrever sem hesitação páginas após páginas de Ísis, com todas as suas citações verbatim de livros, e inúmeras referencias a eles, que jamais vi, nem sequer poderia ter visto? Então toda essa correria atrás de mim de repórteres e jornalistas, e de editores russos atrás dos meus artigos (...). Qual é a causa disso? (...). De onde vem todo esse conhecimento? (...)”.

     

                Note caro leitor esses são pequenos relatos contidos na literatura Teosófica. Escolhemos o título de “O FOGO CRIADOR”, porque esta dedicada Senhora H. P. Blavatsky, com sua vontade voltada para um objetivo, nos inspira no presente, inspirou os nossos Irmãos no passado, após a fundação da ST, e inspirará no futuro os estudantes dedicados, esse Fogo que transforma foi plantado pelas suas mãos com o auxilio de nossos Irmãos Mais Velhos.

     

     

    Mario J. B. Oliveira MST, LSP.

     

    Campinas 06/06/2002.

     


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